sábado, 15 de fevereiro de 2014

In- resposta - I - as rosas e as mãos assinaladas







As Rosas e as Mãos assinaladas,
que da margem do rio
e além da estrada

a portuguesa

a calçada

mostrem e demonstrem
mais-valias
nas prosas de tempos 

e terras  de memórias esquecidas

entre os outeiros guardadas
e nas gentes sentidas...

e nas nossas - gentes - 
plantadas...
sementes... ao vento
esperando a bonanza

sementes
que- entre o tempo
latentes
esperm o que guarda
a sua lembrança


pelas mulheres do povo
cantadas
pelos homens comentadas

entre o olhar do coração e as saias
carolinas disfarçadas e veladas...

entrançadas
entre as rosas
e os espinhos
de quem as não guarda

Com o devido carinho..
mimo e devoção demonstrada

gesto simples - atenção
de quem as toma sem guarda
e aguarda

que o espinho 
atravessa quem
sem saber

do seu sentir
do seu ser

em poder

sem poder
as agarra


São as flores novas
desta floresta encantada
– na que uns e outras
possam realizar e concretizar

sonhos e esperanças...

antes de pesadelos
e os desvelos
nos tomem

nas ruas, 
nas gentes
e a nossa praça

despertar flores de luz
no coração que crê
despertar flores de vida
entre a vida que mais não se vê
despertar as gentes
e as mais valias
dormentes
entre as gentes
de outrora
esquecidas

despertar
as faces floridas
das crianças
perdidas
entre paredes
de betão

trazer vida
à vida
do centro
e deste centro
fazer coração
vivo

expressão do que digo
em arranjo simples
ou floral

em pequena pintura
que embeleze
o que o tempo apura
em trabalho maior
do que te estou a contar

que as lanças 
sejam os rebentos de rosa
de bastões que outrora
serviram para lutar

e que o jardim
municipal
seja de novo para todos
o centro
de um certo lugar

que se mostra
por todo o lado

e ainda pode
ser desperto

de novo chamado
de entre o verde

o cheiro
partilhado

de perfume
entrelaçado

pelo visitante alheio
e pelo próprio guardado

ser inspiração 
para algo novo

desde faz 
tanto tempo

escondido
e velado

o coração Valenciano
que desperta
pouco a pouco
emcada passo
dado

em confiança
entregue
em verdade marcado...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Sem correcção... opções por tomar, caminhos a trilhar... algumas pistas a considerar...




Para que os teus escudos
que defendem os teus muros

para que a tua vida
sem a mais valia
que a faz
hoje
outrora
escura e fria?

onde o coração
que latia
onde a coragem
e a mais valia

onde a meta
maior?

onde está o primor
onde a coragemmaior
onde a meta
além da meta
de ser
e ter
semser
e ter
maior
do que a dor
de ver minguar
o que outrora
te fez
ser e brilhar?

Onde o escudo
onde o coração mudo
que grita de dor
onde a coragem
do tempo quepassa
onde o seu regedor?

onde o homem alto
a mulher virtusoa
onde a causa
que se agita
nesta terra que mostra
entre muralhas
e gritos

entre padrões inauditos
as histórias
de
bem
do seu
mal maior?

Que defendem hoje teus muros?
quem albergam de primor
onde as gentes que habitem
os teus becos escuros
onde a vida que se esvai
em dor?

onde estão as metas
e as ameias
onde o que almejas
onde projectas
o teu bem maior?

onde está o pendor
o pendão
o brasão
entre as estrelas
e as torres derradeiras
e as valores
da prata
que se esvai
defendem os teus escudos
hoje mudos
os valores imeteriais
e os valores imemoriais
da vida
saude
justiçã
da educação que se partilha
de idosos
e maiorais?

onde estão afinal
os quepodem mais?
enterrados nalgum beco escuro
nalguma casa de encantar?

onde cantam as crianças
nos jardins
nas muralhas
nos escuros quintais?...
onde habitam hoje
que tens cidades
e ruas
e nomes
e lojas
por demais?



onde estão os lugares acendidos
pela luz
e o brio
de teres de ti nome
que masi não contrasta
que mais valentia
que se arrasta
entre os escudos baços
de quem defende
o que já mais
não passa
por aqui
ou por além
do cais...

Que defendem os escudos
mudos
duros escuros
frios
ecos
de outrora
na que foste senhora
da porta
do Norte...
agora a tua sorte
é estar á espera
na treva
o que aguarda
em ti
desespera




o que habita
já nada mais espera

em redor cresce
o que outrora esqueceste

onde está o cavalo
e o cavaleiro
onde o pasto verde
verdadeiro
onde as histórias
das tuas memórias
escondidas
guardadas
na memória dos velhos
encerradas?

onde se encontram
as armas
que valem
mais do que as lanças
que partem

onde estão
a tua imaginação
a tua capacidade
de ir além
da mera devoção
ao frio ouro
ou ao tesouro
de a lgo que te diga
qual o teu por vir?

onde está a inciativa
de ser diferente
ter diferente
perspectiva
além dos bancos
dos prédios
de tudo o que - até agora
era sempre
sério?



onde o futuro que te embale
onde o projecto que te aguarde
tu patrim+onio
mundial
capital
sempre igual
de algo
capital
por estar
entre um rio
e outro lugar

onde tu ponte de vida
onde tu mais valia
onde tu gente esquecida
onde tu que recuperas
com verdade
 e resposta
 a verdadeira aposta
naquilo
e naqueles
que são teus

onde deixas
as caras
as faces
que enterras
em cada geração

onde a recordação
dos combatentes?

onde os presentes
dos valenciadnos de chuteiras
onde as pessoas verdadeiras
além das praças
e trapicheiras
que brilhem
sem verdades meias
com luz própria
em ano inteiro
para toda a gentever?

onde está o abrigo
para todos os que te digo?

onde os escudos
onde os muros
que defendam
a verdade
e o brio
dos seus próprios filhos

onde está a lança
e o cavaleiro
onde a espada
de ser verdadeiro
além da maeaça velada
do canhão que mais não dispara
nem a memória apaga
de um rio
que une
mais não separa?...

onde a memória da tua terra antiga
datua origem
que mais não se diga
que afonso
havia só um?

onde está a homenagem viva
às gentes
da tua eterna 2inimiga2
agora eurocidade
e templo comum?

onde os festivais
onde os arraiais
onde as festas comunais?

onde as trocas
e as conversas
e os espaços
para vedades meias
e as ruas
tão cheias
de gentes
de um e outro lado
como os mais de quinhentos naos
de convivio
sem ser pesado

onde a lembrança
dos tempos "olvidados"
dos portugueses do outro lado
do vigo erguido
do porto caido
do napoleão que aqui tombou?

onde o brio
que se desleixou
de ser povo
entre povo
e gente de coragem maior?

Onde as praças
de grandes nomes
e renomes
para gente
"maior"
sejam elas pessoas vivas
emfestas vividas
homenagens em vida
em vez de placas partidas
escondidas
entre as pedras perdidas
de um qualquer monte menor?

Onde estão a coragem
a gente
e a viragem
deste tempo
que maisnão o é?

onde se encontram as flores vivas
que deixas cair a teus pés?

onde as crianças garridas
das escolas esquecidas
onde a soberania
das tuas juntas
de freguesia
onde está a coragem
perdida
de reviver
com mais-valia
o que toda a gente esquecia
que a pátria
perdida
está aqui...

a teus pés
enterrada
perdida
vendida
esquecida
desgarrada
pisada
e deixada
de lado
comprada
aos pedaços
e prestações?...

Onde a terra dos grandes corações?

onde as grandes opções
de fazer viragem
quando tempo
 temos margem
parafazer e vivermelhor
que entre uns
e todos
os escudos
e as lanças
e as torres
de grandes bandeiras
recordadas

e os cavalos
e cavaleiros
de vidas passadas
erguidos de novo
como artesãos
de vida
emvida recordados
em armaduras de trabalhos
rusticamente acabados
em lanternas e ruas
de mãos vivas
em vida trabalhados

onde estão os projectos
novos
mais não pendurados
pelos dinheiros
de outros lugares
esquecidos
ou olvidados
ou será que lembras
que o salário do teu pão
escudos
em negro
sobre negro cifrão...
são o mesmo que outrora
antes do tempo da senhora
que vendeu
terra
mar
e gado
e gente para os fazer
e trabalhar...

agora tens
flores
tens primores
ainda tens tempo
espaços
edifícios
tens
capacidades
entrevistas
nas linhas de passagem
nas metas
de  miragem
dos milhares que olvidaste
durante anos e anos a fio

agora podes mostrar teu brio
nas fontes davila e lavandeiras

das tuas ferramentes
entre a ferrugem
esquecidas
fazer espadas
revistas
para mostrar
ás gentes e visitantes

e as tuas obras
públicas
entregues
a privadas
de repente
poderão de novo brilhar
com saude
e povo
para as rehabilitar

são projectos novos
inovadores
corajosos
em tempos
nos que os tempos
se esvaem...

são as escolas a gragmentar...
e a privatizar
e aprópria falta de crianças
nas periferias disfarçada
entregues aos grandes centros
para calarlamentos
de que nos falta vida
e é avida o valor derradeiro
a defender afinal

onde o cavalo
e o cavaleiro
onde o escudo
e o teu pendão
para quê o brasão
que chora
o ter em si a penhora
da vida
que se desfaz
ou que se refaz
ilusão
ou desilusão...

onde o sonho maior
onde brilhem
os que choram
e os que riem
lhes deiam
finalmente
a mão?

onde está a terra
que ajuda
de mão a irmão
onde estão os fundos
os meios
a coerência
e a coesão?

onde estão os programas
de rehabilitação
e reinserção?

onde estão os que agora choram
por anos
e anos
de não terem atenção
são os vidros enterrados
nos recantos esquecidos
ou olvidados
dos rios
dos lugares sinistros
vazios
que eramprojectos
de brios
que se esvairam
em nadas
geração
atrás
de geração?...

podes levantaroq ue perdeste
com brio
e força
que tendeste
a esquecer
semmais?

podes recordar quantos deste
ao esquecimento
sem demora
vendo
como voz que chora
o que faziam os teus capitais?

podes esquecer
quantos viste partir
geração atrás de geração?

então que esperas
para desenvolver algo novo
neste polo
de atenção
onde passa
tanto povo
onde se congregam
tantos "louros"
como notas
de vidas
entregas
a dar voltas
e mais valias
a outras paragens
esquecidas
e outras margens
também garridas

que se encontram
a quilómetros
perdidas
da tua vista e atenção...


quantos lugares existem
nas terras que masi não viste
que possam receber denovo
os que despediste
e espiste
de honra
de brio
deincentivo
de objectivo
devida...
vazio
por repetir
constante
mente a mesma
e triste canção?...


Tens tanto, tanto para ser

tens tanto
tanto para dar

olhar as tuas paredes
e ver
quantos quilómetros cedes
para actividades
protocolares
de colaboração
entre instituição
entre pares
entre humanidades
entre gentes
e lugares
entre culturais rurais
porque não?

entre os outros cantares
de lugares pares
que tem as tuas mesmas feições
que são espelhos
de vida
que s emostram dia a dia
em cartazes
de mais-valia
que protestam
dia a dia
pela mesma doença
doentia
de desertarde vida
 o que é seu
por direito
de nação?


sejam os lugares de saude
que se fazem pagos
como bancos
de escravos
diários

sejamas escolas
que se esvaem
a caminho dos montes
com cartazes que gritam
aqui não!
sejam os tribunais
que cortam
os seus vitrais
com anuncios bem claros
nao calamos
nao calamos
nao calamos
e tu
que fazes?

olhas para outro lado
abres lojas~mais prédios
menos cartazes
mais milhares
do que gentes capazes de sustentar esta nação de meio metro entre rio e rio
de gentes de brio de potencial por melhor?


que fazerpara suster´
o que aqui se pode conter?
quantos projectos locais
fazes valer
de forma oficial?

quantos ajudas a participar
quantos dos teus trazes a colaborar
entre chocolates
e calhos
e jantares varios
e caldo verde de outro lugar
que raio estás aqui aplantar
entre tanta pedra que tens
entre tantovalor
que netrevês...


onde está a coragem afinal?...


onde está o escudo
que defende
a prumo
a vida
qu se esvai?...




que defendes tu afinal?...


(quando as tuas lanças forem rosas - preciosase briosas - libertas e torneadas, de lanças em rosas à mão buriladas - no teu jardim plantadas - para defendersem fender o peito das tuas crianças em mestras transformadas... quando os teus maiores brilhem - dia e noite fora - além dos espectáculos la na senhora - e sejam filhos da terra dignos toda a vida como sempre foram... quando os teus senhores e senhoras ajudarema dar a mão... emvez de estarem nos bares e tendas a prestar atenção ás lendas do cifrão - então teremos paz nesta terra onde sobra o pão - contar as caixas que crescem ... da a ideia do que prevalece... e do que falta... e do que não...);







segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

VENTOS E MARÉS...








Valente
sensível
inteligente


de uma praça
para a gente...


praça forte
de verdade


comum
à comunidade


canhões 
disparam flores





sobre o rio

VIDA

nem tem forma
nem sentido

CAMINHO

a senhoras
e senhores



algo
simples
de imaginar

E


mais complexo
de concretizar



desafio
sentido


como crianças
de sorriso
vivo




VERDADES A MEIAS



São as tretas do dia a dia
Que fazem a alegria
De ser normal

Igual aos que têm o vírus
Que se não consegue notar

Chocolate – fundação “farruco”

Numa certa terra

Nomes...


algurs no Minho





Farruco… lindinho…

Numa certa terra
Num lugar de nome irreal
Banham-se as gentes
Nas paisagens dos montes
Para curar o seu mal…

Num lugar de lume
Onde o chocolate cheira a cal
Esquece a gente que passa
O nome que fez o vento voar

Chocolates dia e noite
Fábricas de encantar
Serão estrelas candentes
Num certo dia, num certo lugar

São as coisas da magia
Deste precioso lugar
Quando celebram as gentes
A sua história – viva – a contar

São casas de chocolate
São montes a iluminar
São parques de gente viva
Entre flores plantadas
Por quem neles passear

descobertas sentidas
Farrucos – Fábricas devidas
mão em mão da mesma voz especial
Dos Nossos curmáns, dos primos e dos irmáns…

São os passos
de ecos baços
que ninguém se atreve
a denunciar

Preenchem-se lojas
De internacional
Preenchem-se as vidas
De quem vai mal
Preenchem-se as alegrias
De um saber tradicional
Das épocas
Nas que o S. João
Era Igual

Argas de sonho
Lugares de encanto medonho
De norte a sul deste lugar

Touros de casta
De onde vieram esses
Que não de quem os pasta
Nem de quem os ousa confrentar?...



Como dizer a um homem
Que é cão
E esperar
Que assim
Se levante do chão

Alcunhas
E coisas mais
nestes tempos

Intemporais
Vivas vozes
Dizendo

Muito mais
Juntas
Cantando
Somos todos iguais

Vivemos pelos ideais
Vemos as flores de primavera
Ser frutos de vida vera… e muito mais

Chaga-se ao dia…
Partiu a mais-valia
Ficou a SAUDADE, MORRIÑA, AÑORANZA
Que é um sentir
Que apenas o Português sabe traduzir…
E ainda assim
PODEMOS

vida
Divertida
E Vale a pena evocar

A lírica trovadoresca
Este precioso lugar

D. Dinis
Que aqui não soube

O seu digníssimo nome marcar
Quinze quilómetros mais ao lado
Assenta arraial
Um certo lugar
Apinhado (pinhas de Breogán)
De gente para acampar

Um teatro de encantar
Um quilómetro mais perto
De um outro lugar
Onde haverá esse para sentar

Flores a metros
Muralhas deluz e de encantar
Teatros abertos
Folia e Vida neste preciso lugar…

São como tapetes floridos
Num certo lugar
Umas noites inteiras
Muralhas verdadeiras
História antiga
A primeira
A apontar
Esferas de luz
Semente que produz
Vida
Amizade
E tempo para se partilhar…


Transformam-se os bronzes
Que trovejam
Em chuvas de Primavera
Benfazeja
Existem flores
Que se podem por bem
Partilhar
Ninguém as traz
Ninguém os leva
Para sua casa para cear

Ninguém nelas fica
Para morar
São coisas que parecem
Que se não esquecem
E - no entanto
Só por enquanto
Estamos aqui nós todos
Para ajudar

Se a rainha de Espanha
Viesse a Portugal
Lembrava-se o eco bem forte
De quando aqui não havia nobre

E a rainha era de todos por igual


sábado, 18 de janeiro de 2014

Rimas


Jogos Florais
Saberes
e
Fazeres
Tradicionais



Quando as Lanças do Jardim Público traduzirem as Rosas 
Quando as Crianças quebrincam ao lado
Não Fujirem pelos espaços abertos

Quando os campeonatos
Que antes eram de cinco
e levavam agente
a ver os abraços

Agora sejam de todos
e as flores
iluminem os espaços
como as muralhas
e o Sol Nascente

Tapetes de Flores
Para toda a gente


jogosde Ping-Pong




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A cruz vermelha local precisa apoio - a tua presença é ESSENCIAL




Como sempre - nestas quadras - torna-se necessário lembrar algo:

Que - em termos concretos - a presença - se formos de dois em dois ou mais - junto de entidades locais - de respeito e valor - ajuda IMENSO.

PODES CONTAR UMA ANEDOTA - e repetir... procuras quem gere - e AJUDAS A SORRIR.

Tempos vagos - existem bastantes - a questão importante - É QUE NÃO VÁS SÓ...

SE VAIS COMALGUÉM - que é TEU AMIGO/ AMIGA - então PODES AJUDAR A SORRIR - NUM MOMENTO - por um dia.

NÃO É A OPERAÇÃO SORRISO - é algo BEM MAIS INFORMAL - é algo tão simples - como fazer TODOS OS DIAS - UM PEQUENO NATAL.

Se a coisa funciona - num lugar em especial - ESPECIAL

Porque não fazer a BOLA RODAR?...

JÁ AGORA

como todos precisam - e outros acham que ainda não...

Então - SORRI

TENS AQUI UM E-MAIL - onde podes PRESTAR COLABORAÇÃO.

AGRADECIDO.

ch.valença.financeiro@cruzvermelha.org.pt