segunda-feira, 10 de agosto de 2015

RENASCER - OU TRANSITAR - DESDE ATERRA QUEIMADA DE SEMENTES AINDA ESPERANDO RENASCEM OS DAS VELHAS GUARDAS QUE RESGUARDAM AS NOVAS SEMENTES DE VIDA E A VIDA QUE ESTAS ASIM LEVAM - SE ELEVANDO EM ENCANTO SUAVE A LENTO









Depois de mil e uma aventuras desventuras de ter perdido e encontrado de serem e terem assim preservado

 - as linhas de salva guarda -as velhas linhas de valores profundos - que eram de outra trâmites noutros lugares 


- NOSSO MESMO MUNDO... nossos mesmos seres 


- que eram jovens a partida (milhares "ficaram" outros tantos "calaram essa"jovem voz" - catorze anos - juventude geração - que um milhão mobilizou e que - ainda por aqui está e que assim por aqui e além ficou...



- assim de - salvaguarda... de experiencial vivida -a achegada - quando se transforma, - por experiência e honra - SALVAGUARDA... da vida... das próprias entre sonhos confusos e lugares de reunir ainda DIFUSOS DIFERENTES e datas e efemérides - mais do que continuas e sendo - eventuais - quais presentes em mão detida e coração assim de partida estando - quando entre pares assim voltando o que mais bem não pode dizer - e entre a comunidade ainda estando esses e - essas - com quem se foram encontrando - um evento que de azo - lugares de espairecer e arejar e ser reconhecível- uma entidade que se torne - firme e que permita - aos das comunidades a bem assim reconhecer -  o seu passado a sua história e - o que a definiu a ajudou a seguir a ser - NAÇÃO... a nossa comum memória .. que se responsabiliza a comunidade um pais uma certa idade por geração que foi enviada em defesa dessa mesma - nação assim juventude mais não esquecida nem a sua  dignidade tida - como - e«de honra afastada...



uma algo- associações locais de ex pessoas - dignas pessoas- ex seres de brio que deram o que foi tido - como pedido - e assim - sendo - voltem a o "centro" sem estarem - como que - na resistência mais secreta na MAIS DISCRETA JANELA, no mais afastado local e  SE POSSAM- assim quem sabe - entre estrutura estável entre tempo e comunidade - assim voltar - ao  tempo - a ganhar a idade e com dignidade sendo 

- organismo organização de utilidade ou sociedade anónima se transformando - quantos e quant@s
- VETERANOS -
 e 
quantas 
"veterenaias" e quantas associadas

 - quais de futebolísticas linhas - podem dar a zoa conviver e na comunidade se integrar e estarem a para 
com 
...instituições...

 organizações que promovam saúde e vida e saúde e vida assim ajudarem a promover defender e enraizar 

...como sempre bem souberam e assim foram bem preparad@s...

- assim entrelaçando sonhos - de voar - qual "águia e violinos" 
de 
outras épocas a cantar e "panteras negras" que voltavam... para serem de vermelho vestidas... por serem de coração leal
asumidos como heróis nacionais forma - esses por ventura poderão vir a chegara a ser dado que uns seguiram o caminho das velhas glorias e nas artes de futebol - convenceram - gregos e troianos e nos  mais ditos - actos e livres
- nos 60 bem -
em 
pleno
 "INVERNO algo de estranho acontecia
se "bretanha" se invadia - "cantando" - ecos de passado -  dos assim sendo levados...

 - com respeito2 desde as 2colinias uma voz - em silencio s e erguia a anação toda acantava entre vozes sd etrovoes coroava - uma ave um ser rei que para leos era sendo e para outros seguiu
também



voar por entre as linhas - entre grandes aves e falcoes passando -e assim - sem se terem em conta - as
humildade próprias 
assim
 
se recompuseram ou recompunham  e possam vir a  voltar a se recuperar

- se bem quiserem e mas não temerem - 

outras linhas que bem sabem fazer e que mais bem sabem amar e que com entusiasmo devoção e dignidade
de bem - saber concretizar -
assim sendo
quais - novas veredas entre outras -  vistas - e dignificadas - e não apenas em paradas especificas de - estacionamento de passagem de autocarros e de vidas de esqueceres o que por dentro de ti viveres


- e ainda possas chegar a bem ser  quando as linhas de amizade de integração em comunidade gerem essas ondas que reformulem


 - as chagas por dentro tidas - e que apaguem umas chamas -  para outras de brio  - serem renascidas...


ainda podendo - vir a chegar a ver - e definir e assim concretizando como sempre souberam - tanto e tanto de si - assim oferecer e voltar @ ser

- antes de depois- mais ou menos - tal qual eram - 


brincando nas comunidades com idades . os que as que assim se puderem bem elevar e os que as que assim @ bem quiserem  - trazer -  para cada localidade um pouco do seu bem "jogar"

assim
entrelaçando
e
dignas assim de novo sendo

pessoas e humanidade assim assumida quando aviva chama por dentro seja de novo sentid@ e vida





digna idade... sendo...
erguidas as linhas de quem ainda sabe ser sendo...
 assim as dignidades
mais não estando perdidas









E O CAMPO
E O
 BRASÃO E CORAÇÃO

- MEIO QUEIMADO - 
MEIO EM ORGULHO de GLORIA -  NUNCA DETIDA

assim ainda estando 
 - meio de um lado - meio do outro - 
@
 VIDA

se 
tendo
partido 
- meio esperando @ perspectiva -

 de 
ser de novo
 renovado 
por 
ventura e mérito e bem fazer 
assim 
ver de novo @ ver crescer

a vitória que se lhes tinha dito e contado e encom@ndado

talvez antes de se ter partido

antes 
de 
se
ter
assim 
determinad@


regressado
abraço dado de nação ao que de espinhas ficou
assim - por dentro - por ventura - tocad@
assim 
estando
ainda
ser
 ...coroado...


por sonhos de esperanças mil de opções por bem se transformar por ligações e associações 
que recebam que se comprometem que assumem e mais não esquecem 
- transformando - 
"nuca mais" 
de 
uma 
"vitoria" 
por 
dentro estando  
ainda 
@ ser

esperando um momento e método 
para voltar e "com bem ser"

entre tanto e tantas localidades e associações que possam ser pares 
- assim culturais desportivas histórias - em elemento chave - dec lei 391/2007 - que lhes da espaço para se organizarem - de formas dadas em constituição e de novo  enraizarem a promoção e defesa da ...fidelidade que juraram...

- ao que mais protegeram - vidas - dignidades - humanidade em geral - por esses valores se fizeram - "negras" as suas casacas" as suas animas e animo transformados agora passiveis de estarem 
 - ainda em transformarão...

uma nova chama e uma nova chamada que clama
 "a frente"!

e ao frente de melhor bom - combate - desse que enraíze em conjunto - os lugares as localidades as sustentabilidades as cooperativas  e sociais 
- que o artigo - 
-  constitucional -


 que - comanda - defesa de nação e constituição
para 
todos prescrevendo e para estes e estas 
-. em especial - assim de novo erguendo





mundo novos
mundos novos ao mundo´que bemse leva por dentro 
esse mensageiro essa amensagem que assim eleva
etadrte - vivo evivente o que vai por dentro enquantosendo vivos -a inda estamos e caminho de digna hob«nra aind ap«no spodem ser apontados

optando - com a liberdade que ainda possa vir a chegar a bem ser

assim reerguendo 
- as 
 - fronteiras -
sempre vivas
por 
dentro
essas nas que 
as 
memorias chorem ou se "condoem" 
 - ou -
mais 
alta estima - 
 dizem e gritam

(e mais alto se ouvem quando são silenciadas)
que
 não 
sós nunca sós

sempre 
um amigo 
sempre alguém
- diz - 
por entre o tal rumo que se tenha perdido 

- que ainda...  ainda há... tempo... que ainda há espaço e lugar


para se fazer parte de um novo fundamento e na determinação de proteger
assim 
perseverar
juramentos e vidas assim transformadas e em oportunidades de novas perspectivas 

- desafios mais não baços - 
nem histórias menos condizentes com os seres de brio e de honra e os escudos que em vida assim
são
assim 
assim

foram
nomeados

assim 
voltem 
assim 
 mais ardentes

seres 
...vivos por entre as mais vivas gentes...

que mostrem seu brio que demonstrem seu bardo que de amor e estima e brio 
- se determina - cadeia liberta - "comandar" na medida certa  - 

entre seres pares estando e assim - bem afinados entre outros que procurem novos tempos 

-antigos fundamentos entre os desafios... hoje porventura tão ou mais pesados.... 

que não são nem menos nem mais do que outrora - chamam como na primeira vez que foram e nesta ultima demora... na que de novo honrados possam a bem ser - participando - parte de uma comunidade que 
sabe 
...a bem se erguer e que assim tem vindo a fazer entre tanto outros... estes outro tanto...





 e que promovem que os da ultima hora sejam tão igual - afim - tidos e tidas em conta
a outros que - assim por estes mesmos de tal souberam sabiam - ou simplesmente nem conheceram e que possam chegar  - qual rio -a integrar a gota que sendo lágrima - sendo candura sendo vermelha entre a agua pura -  se transforma  - rio d@ flor vivente e de esperança de ser de novo assim -

 renascid@s 
por
- entre o mais legitimo da vida e mais intimo e digno abrigo...

que se possa assim transformar
lugar e localidade e ser de vida em tempo e idade e actividade de bem gerir e de bem estar e de bem arejar enraizando e de enraizar 
- uns e outr@s tanto quanto se possa assim convocar... tanto quanto se possa assim suster 

- tanto quanto brio e estima erguida ainda exista e assim sem maior pressa 



- consistência - que  
solida se entre tece e enlaça e a braça e não deixa assim partir nem rasgar a vela que por dentro treme e que quem - de ser de humanidade leve - assim lema soprando de novo ao vento e coração de amor sincero assim - vivente -  assim acendendo
esse antigo esse novo
fundamento
vivo

e
se
possa assim como que passa
assim 
como 
quem vai
 -  reunindo no dia a dia com outras tantas gentes - de forma assim - afim - entre objectivos convergindo - e entre as gentes novas antigas de novo - erguendo o que se parecia estar sumindo...


ASSIM 
VIVO
REAPARECENDO


 -e asim convergindo - pares - sendo - integrados - entre quem assim souber e quem assim viver e vier a conseguir - fundamentar - as ditas associações locais  - de cariz de liga de ligar regional 

de força -  amizade e de comunidade em comunidade assim ser - para a comunidade preservar e assim de outras "forças" - que dispersem - assim promover enraizando - defendendo tanto quanto - assim se souber bem  entrelaçar - focalizando - dando atenção ao que de melhor e de mais brioso se possa encontrar e de que forma - e maneira - nos tempos que correm - e na gente - mais nova - na mais antiga  - verdadeira 
-  possam -
...assim - integrar...


 -









 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

UÑA PRAZA DE XENTE MADURA

força da vida







SENTIR O SER RENASCER



entre as rochas bem aquecidas
por entre vidas
as 
nossas vidas




sentir o sol renascer
em cada bruma e pranto

e sentir que nos recobre
quando o sol se levanta
qual manto

e saber que asas vivas
em nós caminham 
e nós caminhamos 
enquanto elas voam
e somos
sendo um mesmo
ser
VOAMOS


por dentro sem nada saber - por fora sem nada esquecer

uma vez rio oura vez choro e as linhas mais antigas nunca  as digas

- que alumias 
montes de vida
montes de verdade

montes iluminados partidos pelo vossos tristes fados

por não saberdes
nem verdes 
O que por dentro levades

assim se expressam as terras baixo os vosso pés e cantares








Guerreiros fostes
e nada mais sabeis ser
guerra trazeis nas alforges 

confundis 
a palavra
"viver"






assim caídos estades
de olhos de olhos de mais não ver
que pedidos andades
sem saber - para onde poder...


a brisa fala e embala e acaricia o teu penar
até sentires que a brisa - é mais fina que  a reia por onde possas pisar

negros e feridos
assim ainda estades
pervertidos pelos tristes gritos de guerra que invocardes
a fala e a força por dentro
a fortaleza mais alta
assim se honra a promessa
que ainda em voz
vos falta


e chegar - chegaredes
sem túnel nem ferramenta de mão
sendo puros honestos sinceros e de vero e puro coração
algo ainda vos crava
e vos em vós treme
algo ainda vos fala
o que de frio e tremor - teme

e entre essas vozes
atrozes algozes desconhecidos
se confundem as linhas e os vivos e os fios - linhos bem timbrados da trama da senhora que fia e mais não derrama - a lágrima da perdição
essa a que remenda as vestes - em tear puro e singelo - essa que sabe o que pensas - o que mentes - o que levas puro ou não vero por dentro

assim sabemos - assim nos reconhecemos- por vezes a fortaleza - está na singela flor de Estio - essa a mais forte -  força que renasce d'entre a rocha mais negra e do gelo e do frio - e com brio segue e chora e lágrimas de vida traduz - e assim lavando a "ultrajem" - avida de novo conduz

vós fostes gerados - para transportar os negros escravos- para terras de além e mais- para receber - água de vida mais pura - e depois - regressar

esse o singelo favor mais simples - a tarefa mais pura e humilde - elevar - assim se humilhando- por entre os que pedem - estar - sendo - e mostrando

assim de novo se erguendo
assim podendo - sempre por ordem sem mais - sempre por ordem - dos país - assim se elevam as graças e as "armas" com as que fostes ordenados - para salva guarda - e remissão - dos que - foram pela via e pela vida - de novo honrados

se concentrardes forças em castelos de medo e dor
as forças que concentrardes concentrarão um frio estupor
nada de vós será recordado
ao esquecimento assim chegareis - as linhas mantidas - os acordes bem guiados e sendo uns e outros a bem - bem salvaguardados...

cavalo e cavalerio - lembrai - que levais um trazeis ouro e seguir e perseverais - pelos tais... os últimos...


e quando trombetas de harmonia ressoarem - e quando em pleno dia - a noite ficarem - assim de novo ver ão
por ora a Primavera é vera - inda em vera imaginação



AMIGO - PHILOS
"todo é quimera"
SABER IGUAL VIVER
assim dito parece
expedito
assim cantado
parece rezado
assim ouvido e prezado

verde de amor
verde de vida e louvor


VERDE E OIRO
se
agitam

reconhecer a origem
 saber bem descrever
é 
uma rima singela que sempre soubemos
fazer

ouvir

e

viver


nas nossas terras verdes
(PASSAROLAS VOADORAS)

entre rochas ás mais antigas ás gentes mais velhas
- "fermosas" - 
seguem sendo 
- as mais vivas - 

"amores perfeitos"


(esta senhora
jaz
num panteão
de uma
"natio"
de nascidas flores de mil amores
de corações de satas e martas
de 
vi anas em castelos - vivos veros - assim 
primeiros
osecos
mais profundos
e fundos
os amores mais´perfeitos)

ENCONTRAR
O SOL
ENCONTRAR
A VIDA
E AVIA
ENTRE
ONDE NEM GENTE
ASSIM VIA
A RIQUEZA MAIOR ESVOAÇAVA
NINGUÉM 
A DETINHA A TINHA NEM DAVA
POR 
NADA























Mi tierra tiene palmeras 
como la tierra caliente; 
mi tierra. 
Mi tierra tiene montañas 
mitad fuego mitad nieve; 
mi tierra. 
Mi tierra tiene su sol 
el mismo sol que tu tierra. 
Mi tierra tiene su voz 
que ruge si se la encierra; 
mi tierra, mi tierra. 

Dime de qué tierra vengo. 
Dímelo tú, buen amigo. 
Tierra de la que no tengo 
más que el polvo del camino. 
Dime de qué tierra vengo. 
Dímelo tú, buen amigo. 
Tierra de la que no tengo 
más que el polvo del camino, 
más que el polvo del camino. (bis) 

Mi tierra tiene naranjos 
y tres mares que la besan; 
mi tierra. 
Mi tierra tiene una flor 
como cualquier tierra tiene. 
La flor de la libertad 
que no se pudre ni muere; 
mi tierra, mi tierra. 

Dime de qué tierra vengo. 
Dímelo tú, buen amigo. 
Tierra de la que no tengo 
más que el polvo del camino. 
Dime de qué tierra vengo. 
Dímelo tú, buen amigo. 
Dime de qué tierra vengo, 
yo si quieres te lo digo, 
yo si quieres te lo digo. 

Si sientes lo que yo siento 
ven y cántala conmigo,














 ¡Hay n'as ribeiras verdes, hay n'as risoñas prayas
E n'os penedos ásperos, d'o noso inmenso mar,
Fadas d'estraño nome, d'encantos non sabidos
Que sô con nos comparten seu prácido folgar.
                              —
   Hay antr'a sombr'a amante d'as nosas carballeiras,
E d'as curtiñas frescas, no vívid'esprendor,
E n'o romor d'as fontes, espritos cariñosos
Que só ôs qu'aquí naceron, lles dan falas d'amor.
                              —
   Y hay n'as montañas nosas, e n'estes nosos ceos
En canto aqui ten vida, en canto aqui ten ser,
Cores de brilo soave, de trasparencia húmida,
De vaguedad'incerta, qu'á nos só da pracer.
                              —
   Vos pois, os que naceches, n'a orela d'outros mares,
Que vos quentás á llama de vivos lumiares,
E só vivir vos compre, baix'un ardente sol;
Calá se n'entendedes encantos d'estos lares,
Cal n'entendend'os vosos, tamen calamos nos.

argenteos parecen
baixo soles de vran se enrixecen

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Para os da praça - que forte de valentia... mais além do ouro ou da prata ou da seda vestida...



ouvir e ver as chuvas
que descem por entre as linhas
e se quebram
quando dois corações de coragem
se unem

nas entrelinhas
assim prevalecem

e um terceiro
sabio e sincero
reescreve
a palavra "espada"
com tinte vermelho
vero
espada de coragem
de coração coroada...




quantos escreveram
no vento
no ar
na areia
para ensinar
a verdadeira
maneira
de não soçobrar

quantos mostraram
o vero caminho  aandar
e quantos
e quantos
ainda opoderão encintrar?

quando um aparaente
mente
força avassaladora
nos empurra da casa
pela noite escura fora

então é tempo
É  momento
 da chama mais
pura de novo prevalecer
da vida
nova
oculta
antiga
de novo

qual chama viva

de novo 
se acender...






domingo, 7 de dezembro de 2014

Reunir e entrelaçar - nós de amarras para se zarpar...



egregios mesmo ao lado
no lar
que ainda permanece
fechado

liberta
essa força
essa nossa honra
se desfaça
a afronta
de se serlivre
trancado
por dentro da porta


negra sombra
que projectas
a luz que se "añora"
que por dentro ris
e pro fora choras

que cantas essa aurora forte que 
dizes vida
e entendes morte

que és do fado
destino
e cantas às luzes
que afrontas...

que digam sombra e pensem
e sintam depoisé chorem
de lágrimas
de alegria
de negros chailes
que se faziam

que canta
a vida
à vida
que volte
que se la añora"


nem  aluz te ha de deixar´nunca a vida te ha de largar
prova mais pura
é a sombra
prova mais dura
que assombras

sombra d árvore
e verde é vida
e virtude

na que te aninhas
sombras que não largas
entre niños e niñas

sombra que era de fermosura
de graça
e de altura

sombra que cantas quando rio
 que coras sempre comigo

sombra és vida
numa outra perspectiva
e se acantas
em fado
o fado amigo to diga...







Quais as ondas mais suaves entre as ondas gigantes
Quais as barcas mais frágeis
Que se exprimem todos os dias e depois partem
sonhos entre romarias olhares de algo que s esvaía…

Esperares
que outros olhares
sejam também os teus

que teus olhos sejam também os meus…


quandoa barca navegue
com dois lemes
com dois lemes
um forte qual carvalho
outro esguio
qual rama de oliveira

assim uma luz de ouro se espalhe
e outra 
prateada
a ampare

enquanto  a barca seguir
desgovernada
nem prata nem ouro - nem bronze - nem nada


E o leme esguio
entre o medo e o frio
soube em amor trespassar
os véus
Devidos
As linhas devidas
que pareciam estar lá para te impedir chegar...




por mais que seja negado
às sonorosas cordas
que falam

as cordas que a cantam
 as cordas que amarraram barcas
que mares tresassaram
que uniram é mas não separaram

nós manuelinos´que uniam destinos
selados
nunca mais separados





sábado, 6 de dezembro de 2014

Valente - grito de guerra - para quem o queira - era santiago, era sao jorge - era... até que o verdor mais sublime da gleba - lhe deu nome e força e forte...



Exemplos válidos para inspirar:

cultura, tradição e lugar

Viana e "arredores"...
cantares de antigas "damas" e de grandes "senhores"..
sons do mar
de agiteiros enfeitados
de fitas entre pinheiros enlaçados

de tempos antigos de novo lembrados...

são as costuras de mãos enfeitiçadas - de graças 
sem idade
da eterna via e vda e saudade...

são os cantos
de encantos
de tantos..
e tantos..
linhas sem fim´que conduem até ati
e até amim

essa froça viva
das marés
de quem a vivaé de quem já não vês...

inspirar
um lugar

concentrar
numa freguesia a vazar

lembrar
os da idade
que com saudade
lembram este
"«barco de vida"
a passar
na
lonjania
a convidar
a de novo se erguer 
e
evocar

quem sabe dançar e fazer e cantar...
e tantos arranjos
e trajes
e lenços
e refaixos


etantos lugares onde se possa plantar
smente de vida  espránça
entre tanta "lonjania"

entre tanto coisa menos fria
e trazer esse baile regional
com tanta região ao par

e nos pequenos plantaresé nos grandes colheitares

e nos celebrares
trimestrais - talvz
para quem sabe - qunado e quanto se fez..

lugares a se concentrar
a congregar
vidas
de idades diferentes a se partilhar

comona roda antiga
roda viva
que um festival por ano
é pouco ou profano
pequenas linhas plantadas
sementes
quais estrelinhas prezadas
assima cintilar
ai onde asluzes se apagam
luzes novas - antigas trovas
dos letrados e letradas do lugar...

Faróis de dourado fulgor de novo a se mostrar

e se os viras ajudam a se encontrar

então as rodas da vida mais guardarão
o coração
que o galo pintou
e lhe deu asas
para voar

e quem quiser ajudar
aind amaisa animar
desde as que tocam
o ano todo sem parar

nas argas e nos s. joão cá do lugar
que parecem competir e que terminam a rir sem se saber quem acabou por ganhar
eis amalta cá da terra
eis a força do lugar...

tantos lugares
como pequenos grupos agregares
os que compõem e guardam
os que procuram repertório e assim se conservam
os que e as que saibam ensinar
a dançar, atocar
palmas amigas

mão em mão...
sininhos
feitos de ferrinhos
coisas de "ocasião"...

e ainda quem puder
lembrar
gaitas de foles
que se ouvem
quais soles

nos mais estranos lugares

esses
que podes lembrar e honrar
quando danças a roda
sem a virar

distribuir e gerir e saber agir
 prevenir

quantas gentes poderás assim ajudara convergir
que cultura tão ancestral
taão antiga e sublime
que se exprime
no mais simples dum "vale"

qual valsa dançada
por quem assim afaga
esse ser Portugal
esse lugar de presença
de vida intensa
que não esqueceu de acntar
e a galinha
do outro lado
da gal linha
assim
canta e ncanta sem parar
sãoa ss enhoras das barcas
levadas
pelas aguas

Viana não é ria e faz parecida


a de Vigo traz uma de um lado ao outro sem parar
e a barca que viana traz
acendida
ainda brilha
pena que ainda nãos elembrem os do lugar´que senhora da barca
não é agonia
é festa e folia
e vida
a se mostrar

não mintam os do video não
que viana inteira
mais o mar que temn à mão"
se reune
de vez em quando
d evez em quando talvez
nas ondas do mar que trilhamos
e que assim também nos refez...

se uns o quotam
e o trazem nas botasóutros de novo o ppodm evocar
e bvarquinhas pequenas´saemao rio serenas
e ão até ao mar

tradições antigas
a se mostrar

qu ainda haja quem lembre
que é vida que alimente
a vida e HUMANIDADE
deste nosso comum 
lugar

o mercado
senhores
está lacrado
fechado
cimentado
a bruto e ferro encerrado
o outro
o do estar e ser
lado a lado
se celebra
todoo oano
e mais ainda para quem quiserver mais..
e ser

mais
por dentro
e por fora
sustento
para quem estiver
a des
da hesper

que aqui é laranja
e laranjeira
e cheira

alecrim
para ti
e para mim

manjericos e cartas e bicos
e beijos a se sorrir

sem nada dizer
truques nobres
para se não esquecer...



entre ecos de fantasia
flores de agua fria...

ciganos verdes
que viveis
nos ventos
e sodes
aos centos
quais duendes verdes
plas janelas abertas entrando

e voltando
sorrindo e luzindo
na noite rindo....
tanto... tanto...

(...)
onde les Minho - disse Galiza
onde escrevi Galiza
disse "NINHO"

virando nascente
sentindo a vida bem verde
corações de verde e vermelho
em bebedeiras de azul...

filhos de vento marinheiros
qual será aletra que vos digaó que mal diga
ó vosso firme e fiel sustento?

E quem diz Vinho diz verdinho´verde copa alçada
entre os verdes mais verdes

das folhas de virtude mais prezadas
das juventudes mais guardadas´baixo as SOMBRAS
dessas altas copasássim se estendem os linhos no sleitos

baixo as sombras desses altos e firmes pilares
se casamé se soltam
asas livres
livres se querem
sabendo-se
vendo-se
por dentro

qual o fundamento
de uma ponte 
a dois


se a água que reune 
divide
e o cantar suprime
ó que se sabe ser 

- depois...