@
FORÇA
@ CORAGEM
DAS GENTES...
...REUNIDAS...
sábado, 12 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
CAUSAS E LUGARES E GENTES PARES- SENDO AS LINHA SMAIS NTIGAS AO ANEL D PERDRAS CHAMADAS para fpor fim as brigas amigas linhas de novo - honradas entretecidas por quem souber defender . e lembre - ancião dos dias e a senhora d avida asim se e ncontrar ou percer - meio termo não é tudo nada sendo - assim de tudo ou nada se reacendendo...
castelos de areia que o mar já ensinuo - MESMO ENTRE O "GRUDE" Portugal chorou - LÁGRIMAS DE PORTUGAL... sabor @ sal - QUANDO TAPARAM com esse sangue NEGRO:
o que mais bem sabemos - @ nos alentar - UMA CAUSA EM COMUM
- que não seja vingança
- que seja @ que nos mais bem une e que bem alimente - a tal - a criança
(
o que mais bem sabemos - @ nos alentar - UMA CAUSA EM COMUM
- que não seja vingança
- que seja @ que nos mais bem une e que bem alimente - a tal - a criança
(
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
RENASCER - OU TRANSITAR - DESDE ATERRA QUEIMADA DE SEMENTES AINDA ESPERANDO RENASCEM OS DAS VELHAS GUARDAS QUE RESGUARDAM AS NOVAS SEMENTES DE VIDA E A VIDA QUE ESTAS ASIM LEVAM - SE ELEVANDO EM ENCANTO SUAVE A LENTO
Depois de mil e uma aventuras desventuras de ter perdido e encontrado de serem e terem assim preservado
- as linhas de salva guarda -as velhas linhas de valores profundos - que eram de outra trâmites noutros lugares
- NOSSO MESMO MUNDO... nossos mesmos seres
- que eram jovens a partida (milhares "ficaram" outros tantos "calaram essa"jovem voz" - catorze anos - juventude geração - que um milhão mobilizou e que - ainda por aqui está e que assim por aqui e além ficou...
- assim de - salvaguarda... de experiencial vivida -a achegada - quando se transforma, - por experiência e honra - SALVAGUARDA... da vida... das próprias entre sonhos confusos e lugares de reunir ainda DIFUSOS DIFERENTES e datas e efemérides - mais do que continuas e sendo - eventuais - quais presentes em mão detida e coração assim de partida estando - quando entre pares assim voltando o que mais bem não pode dizer - e entre a comunidade ainda estando esses e - essas - com quem se foram encontrando - um evento que de azo - lugares de espairecer e arejar e ser reconhecível- uma entidade que se torne - firme e que permita - aos das comunidades a bem assim reconhecer - o seu passado a sua história e - o que a definiu a ajudou a seguir a ser - NAÇÃO... a nossa comum memória .. que se responsabiliza a comunidade um pais uma certa idade por geração que foi enviada em defesa dessa mesma - nação assim juventude mais não esquecida nem a sua dignidade tida - como - e«de honra afastada...
uma algo- associações locais de ex pessoas - dignas pessoas- ex seres de brio que deram o que foi tido - como pedido - e assim - sendo - voltem a o "centro" sem estarem - como que - na resistência mais secreta na MAIS DISCRETA JANELA, no mais afastado local e SE POSSAM- assim quem sabe - entre estrutura estável entre tempo e comunidade - assim voltar - ao tempo - a ganhar a idade e com dignidade sendo
- organismo organização de utilidade ou sociedade anónima se transformando - quantos e quant@s
- VETERANOS -
e
quantas
"veterenaias" e quantas associadas
- quais de futebolísticas linhas - podem dar a zoa conviver e na comunidade se integrar e estarem a para
com
...instituições...
organizações que promovam saúde e vida e saúde e vida assim ajudarem a promover defender e enraizar
...como sempre bem souberam e assim foram bem preparad@s...
- assim entrelaçando sonhos - de voar - qual "águia e violinos"
de
outras épocas a cantar e "panteras negras" que voltavam... para serem de vermelho vestidas... por serem de coração leal
asumidos como heróis nacionais forma - esses por ventura poderão vir a chegara a ser dado que uns seguiram o caminho das velhas glorias e nas artes de futebol - convenceram - gregos e troianos e nos mais ditos - actos e livres
- nos 60 bem -
em
pleno
"INVERNO algo de estranho acontecia
se "bretanha" se invadia - "cantando" - ecos de passado - dos assim sendo levados...
- com respeito2 desde as 2colinias uma voz - em silencio s e erguia a anação toda acantava entre vozes sd etrovoes coroava - uma ave um ser rei que para leos era sendo e para outros seguiu
e
também
voar por entre as linhas - entre grandes aves e falcoes passando -e assim - sem se terem em conta - as
humildade próprias
assim
se recompuseram ou recompunham e possam vir a voltar a se recuperar
- se bem quiserem e mas não temerem -
outras linhas que bem sabem fazer e que mais bem sabem amar e que com entusiasmo devoção e dignidade
de bem - saber concretizar -
assim sendo
quais - novas veredas entre outras - vistas - e dignificadas - e não apenas em paradas especificas de - estacionamento de passagem de autocarros e de vidas de esqueceres o que por dentro de ti viveres
- e ainda possas chegar a bem ser quando as linhas de amizade de integração em comunidade gerem essas ondas que reformulem
- as chagas por dentro tidas - e que apaguem umas chamas - para outras de brio - serem renascidas...
ainda podendo - vir a chegar a ver - e definir e assim concretizando como sempre souberam - tanto e tanto de si - assim oferecer e voltar @ ser
- antes de depois- mais ou menos - tal qual eram -
brincando nas comunidades com idades . os que as que assim se puderem bem elevar e os que as que assim @ bem quiserem - trazer - para cada localidade um pouco do seu bem "jogar"
assimentrelaçando
e
dignas assim de novo sendo
pessoas e humanidade assim assumida quando aviva chama por dentro seja de novo sentid@ e vida
digna idade... sendo...
erguidas as linhas de quem ainda sabe ser sendo...
assim as dignidades
mais não estando perdidas
E O CAMPO
E O
BRASÃO E CORAÇÃO
- MEIO QUEIMADO -
MEIO EM ORGULHO de GLORIA - NUNCA DETIDA
assim ainda estando
- meio de um lado - meio do outro -
@
VIDA
se
tendo
partido
- meio esperando @ perspectiva -
de
ser de novo
renovado
por
ventura e mérito e bem fazer
assim
ver de novo @ ver crescer
a vitória que se lhes tinha dito e contado e encom@ndado
e
talvez antes de se ter partido
antes
de
se
ter
assim
determinad@
regressado
abraço dado de nação ao que de espinhas ficou
assim - por dentro - por ventura - tocad@
assim
estando
ainda
ser
...coroado...
por sonhos de esperanças mil de opções por bem se transformar por ligações e associações
que recebam que se comprometem que assumem e mais não esquecem
- transformando -
o
"nuca mais"
de
uma
"vitoria"
por
dentro estando
ainda
a
@ ser
esperando um momento e método
para voltar e "com bem ser"
entre tanto e tantas localidades e associações que possam ser pares
- assim culturais desportivas histórias - em elemento chave - dec lei 391/2007 - que lhes da espaço para se organizarem - de formas dadas em constituição e de novo enraizarem a promoção e defesa da ...fidelidade que juraram...
- ao que mais protegeram - vidas - dignidades - humanidade em geral - por esses valores se fizeram - "negras" as suas casacas" as suas animas e animo transformados agora passiveis de estarem
- ainda em transformarão...
uma nova chama e uma nova chamada que clama
"a frente"!
e ao frente de melhor bom - combate - desse que enraíze em conjunto - os lugares as localidades as sustentabilidades as cooperativas e sociais
- que o artigo -
- constitucional -
que - comanda - defesa de nação e constituição
para
todos prescrevendo e para estes e estas
-. em especial - assim de novo erguendo
mundo novos
mundos novos ao mundo´que bemse leva por dentro
esse mensageiro essa amensagem que assim eleva
etadrte - vivo evivente o que vai por dentro enquantosendo vivos -a inda estamos e caminho de digna hob«nra aind ap«no spodem ser apontados
e
optando - com a liberdade que ainda possa vir a chegar a bem ser
assim reerguendo
- as
- fronteiras -
sempre vivas
por
dentro
essas nas que
as
memorias chorem ou se "condoem"
- ou -
mais
alta estima -
dizem e gritam
(e mais alto se ouvem quando são silenciadas)
que
não
sós nunca sós
sempre
um amigo
sempre alguém
- diz -
por entre o tal rumo que se tenha perdido
- que ainda... ainda há... tempo... que ainda há espaço e lugar
para se fazer parte de um novo fundamento e na determinação de proteger
assim
perseverar
juramentos e vidas assim transformadas e em oportunidades de novas perspectivas
- desafios mais não baços -
nem histórias menos condizentes com os seres de brio e de honra e os escudos que em vida assim
são
assim
assim
foram
nomeados
assim
voltem
assim
mais ardentes
seres
...vivos por entre as mais vivas gentes...
que mostrem seu brio que demonstrem seu bardo que de amor e estima e brio
- se determina - cadeia liberta - "comandar" na medida certa -
entre seres pares estando e assim - bem afinados entre outros que procurem novos tempos
-antigos fundamentos entre os desafios... hoje porventura tão ou mais pesados....
que não são nem menos nem mais do que outrora - chamam como na primeira vez que foram e nesta ultima demora... na que de novo honrados possam a bem ser - participando - parte de uma comunidade que
sabe
...a bem se erguer e que assim tem vindo a fazer entre tanto outros... estes outro tanto...
e que promovem que os da ultima hora sejam tão igual - afim - tidos e tidas em conta
a outros que - assim por estes mesmos de tal souberam sabiam - ou simplesmente nem conheceram e que possam chegar - qual rio -a integrar a gota que sendo lágrima - sendo candura sendo vermelha entre a agua pura - se transforma - rio d@ flor vivente e de esperança de ser de novo assim -
renascid@s
por
- entre o mais legitimo da vida e mais intimo e digno abrigo...
que se possa assim transformar
lugar e localidade e ser de vida em tempo e idade e actividade de bem gerir e de bem estar e de bem arejar enraizando e de enraizar
- uns e outr@s tanto quanto se possa assim convocar... tanto quanto se possa assim suster
- tanto quanto brio e estima erguida ainda exista e assim sem maior pressa
- consistência - que
solida se entre tece e enlaça e a braça e não deixa assim partir nem rasgar a vela que por dentro treme e que quem - de ser de humanidade leve - assim lema soprando de novo ao vento e coração de amor sincero assim - vivente - assim acendendo
esse antigo esse novo
fundamento
vivo
e
se
possa assim como que passa
assim
como
quem vai
- reunindo no dia a dia com outras tantas gentes - de forma assim - afim - entre objectivos convergindo - e entre as gentes novas antigas de novo - erguendo o que se parecia estar sumindo...
ASSIM
VIVO
REAPARECENDO
-e asim convergindo - pares - sendo - integrados - entre quem assim souber e quem assim viver e vier a conseguir - fundamentar - as ditas associações locais - de cariz de liga de ligar regional
de força - amizade e de comunidade em comunidade assim ser - para a comunidade preservar e assim de outras "forças" - que dispersem - assim promover enraizando - defendendo tanto quanto - assim se souber bem entrelaçar - focalizando - dando atenção ao que de melhor e de mais brioso se possa encontrar e de que forma - e maneira - nos tempos que correm - e na gente - mais nova - na mais antiga - verdadeira
- possam -
...assim - integrar...
-
quinta-feira, 14 de maio de 2015
UÑA PRAZA DE XENTE MADURA
força da vida
SENTIR O SER RENASCER
entre as rochas bem aquecidas
por entre vidas
as
nossas vidas
sentir o sol renascer
em cada bruma e pranto
e sentir que nos recobre
quando o sol se levanta
qual manto
e saber que asas vivas
em nós caminham
e nós caminhamos
enquanto elas voam
e somos
sendo um mesmo
ser
VOAMOS
por dentro sem nada saber - por fora sem nada esquecer
uma vez rio oura vez choro e as linhas mais antigas nunca as digas
- que alumias
montes de vida
montes de verdade
montes iluminados partidos pelo vossos tristes fados
por não saberdes
nem verdes
O que por dentro levades
assim se expressam as terras baixo os vosso pés e cantares
Guerreiros fostes
e nada mais sabeis ser
guerra trazeis nas alforges
e
confundis
a palavra
"viver"
assim caídos estades
de olhos de olhos de mais não ver
que pedidos andades
sem saber - para onde poder...
a brisa fala e embala e acaricia o teu penar
até sentires que a brisa - é mais fina que a reia por onde possas pisar
negros e feridos
assim ainda estades
pervertidos pelos tristes gritos de guerra que invocardes
a fala e a força por dentro
a fortaleza mais alta
assim se honra a promessa
que ainda em voz
vos falta
e chegar - chegaredes
sem túnel nem ferramenta de mão
sendo puros honestos sinceros e de vero e puro coração
algo ainda vos crava
e vos em vós treme
algo ainda vos fala
o que de frio e tremor - teme
e entre essas vozes
atrozes algozes desconhecidos
se confundem as linhas e os vivos e os fios - linhos bem timbrados da trama da senhora que fia e mais não derrama - a lágrima da perdição
essa a que remenda as vestes - em tear puro e singelo - essa que sabe o que pensas - o que mentes - o que levas puro ou não vero por dentro
assim sabemos - assim nos reconhecemos- por vezes a fortaleza - está na singela flor de Estio - essa a mais forte - força que renasce d'entre a rocha mais negra e do gelo e do frio - e com brio segue e chora e lágrimas de vida traduz - e assim lavando a "ultrajem" - avida de novo conduz
vós fostes gerados - para transportar os negros escravos- para terras de além e mais- para receber - água de vida mais pura - e depois - regressar
esse o singelo favor mais simples - a tarefa mais pura e humilde - elevar - assim se humilhando- por entre os que pedem - estar - sendo - e mostrando
assim de novo se erguendo
assim podendo - sempre por ordem sem mais - sempre por ordem - dos país - assim se elevam as graças e as "armas" com as que fostes ordenados - para salva guarda - e remissão - dos que - foram pela via e pela vida - de novo honrados
se concentrardes forças em castelos de medo e dor
as forças que concentrardes concentrarão um frio estupor
nada de vós será recordado
ao esquecimento assim chegareis - as linhas mantidas - os acordes bem guiados e sendo uns e outros a bem - bem salvaguardados...
cavalo e cavalerio - lembrai - que levais um trazeis ouro e seguir e perseverais - pelos tais... os últimos...
e quando trombetas de harmonia ressoarem - e quando em pleno dia - a noite ficarem - assim de novo ver ão
por ora a Primavera é vera - inda em vera imaginação
AMIGO - PHILOS
"todo é quimera"
SABER IGUAL VIVER
assim dito parece
expedito
assim cantado
parece rezado
assim ouvido e prezado
verde de amor
verde de vida e louvor
VERDE E OIRO
se
agitam
reconhecer a origem
saber bem descrever
é
uma rima singela que sempre soubemos
fazer
ouvir
e
viver
nas nossas terras verdes
(PASSAROLAS VOADORAS)
entre rochas ás mais antigas ás gentes mais velhas
- "fermosas" -
seguem sendo
- as mais vivas -
"amores perfeitos"
(esta senhora
jaz
num panteão
de uma
"natio"
de nascidas flores de mil amores
de corações de satas e martas
de
vi anas em castelos - vivos veros - assim
primeiros
osecos
mais profundos
e fundos
os amores mais´perfeitos)
ENCONTRAR
O SOL
ENCONTRAR
A VIDA
E AVIA
ENTRE
ONDE NEM GENTE
ASSIM VIA
A RIQUEZA MAIOR ESVOAÇAVA
E
NINGUÉM
A DETINHA A TINHA NEM DAVA
POR
NADA
Mi tierra tiene palmeras
como la tierra caliente;
mi tierra.
Mi tierra tiene montañas
mitad fuego mitad nieve;
mi tierra.
Mi tierra tiene su sol
el mismo sol que tu tierra.
Mi tierra tiene su voz
que ruge si se la encierra;
mi tierra, mi tierra.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Tierra de la que no tengo
más que el polvo del camino.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Tierra de la que no tengo
más que el polvo del camino,
más que el polvo del camino. (bis)
Mi tierra tiene naranjos
y tres mares que la besan;
mi tierra.
Mi tierra tiene una flor
como cualquier tierra tiene.
La flor de la libertad
que no se pudre ni muere;
mi tierra, mi tierra.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Tierra de la que no tengo
más que el polvo del camino.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Dime de qué tierra vengo,
yo si quieres te lo digo,
yo si quieres te lo digo.
Si sientes lo que yo siento
ven y cántala conmigo,
como la tierra caliente;
mi tierra.
Mi tierra tiene montañas
mitad fuego mitad nieve;
mi tierra.
Mi tierra tiene su sol
el mismo sol que tu tierra.
Mi tierra tiene su voz
que ruge si se la encierra;
mi tierra, mi tierra.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Tierra de la que no tengo
más que el polvo del camino.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Tierra de la que no tengo
más que el polvo del camino,
más que el polvo del camino. (bis)
Mi tierra tiene naranjos
y tres mares que la besan;
mi tierra.
Mi tierra tiene una flor
como cualquier tierra tiene.
La flor de la libertad
que no se pudre ni muere;
mi tierra, mi tierra.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Tierra de la que no tengo
más que el polvo del camino.
Dime de qué tierra vengo.
Dímelo tú, buen amigo.
Dime de qué tierra vengo,
yo si quieres te lo digo,
yo si quieres te lo digo.
Si sientes lo que yo siento
ven y cántala conmigo,
¡Hay n'as ribeiras verdes, hay n'as risoñas prayas
E n'os penedos ásperos, d'o noso inmenso mar,
Fadas d'estraño nome, d'encantos non sabidos
Que sô con nos comparten seu prácido folgar.
—
Hay antr'a sombr'a amante d'as nosas carballeiras,
E d'as curtiñas frescas, no vívid'esprendor,
E n'o romor d'as fontes, espritos cariñosos
Que só ôs qu'aquí naceron, lles dan falas d'amor.
—
Y hay n'as montañas nosas, e n'estes nosos ceos
En canto aqui ten vida, en canto aqui ten ser,
Cores de brilo soave, de trasparencia húmida,
De vaguedad'incerta, qu'á nos só da pracer.
—
Vos pois, os que naceches, n'a orela d'outros mares,
Que vos quentás á llama de vivos lumiares,
E só vivir vos compre, baix'un ardente sol;
Calá se n'entendedes encantos d'estos lares,
Cal n'entendend'os vosos, tamen calamos nos.
argenteos parecen
baixo soles de vran se enrixecen
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Para os da praça - que forte de valentia... mais além do ouro ou da prata ou da seda vestida...
ouvir e ver as chuvas
que descem por entre as linhas
e se quebram
quando dois corações de coragem
se unem
nas entrelinhas
assim prevalecem
e um terceiro
sabio e sincero
reescreve
a palavra "espada"
com tinte vermelho
vero
espada de coragem
de coração coroada...
quantos escreveram
no vento
no ar
na areia
para ensinar
a verdadeira
maneira
de não soçobrar
quantos mostraram
o vero caminho aandar
e quantos
e quantos
ainda opoderão encintrar?
quando um aparaente
mente
força avassaladora
nos empurra da casa
pela noite escura fora
então é tempo
É momento
da chama mais
pura de novo prevalecer
e
da vida
nova
oculta
antiga
de novo
qual chama viva
de novo
se acender...
domingo, 7 de dezembro de 2014
Reunir e entrelaçar - nós de amarras para se zarpar...
egregios mesmo ao lado
no lar
que ainda permanece
fechado
liberta
essa força
essa nossa honra
se desfaça
a afronta
de se serlivre
trancado
por dentro da porta
negra sombra
que projectas
a luz que se "añora"
que por dentro ris
e pro fora choras
que cantas essa aurora forte que
dizes vida
e entendes morte
que és do fado
destino
e cantas às luzes
que afrontas...
que digam sombra e pensem
e sintam depoisé chorem
de lágrimas
de alegria
de negros chailes
que se faziam
que canta
a vida
à vida
que volte
que se la añora"
nem aluz te ha de deixar´nunca a vida te ha de largar
prova mais pura
é a sombra
prova mais dura
que assombras
sombra d árvore
e verde é vida
e virtude
na que te aninhas
sombras que não largas
entre niños e niñas
sombra que era de fermosura
de graça
e de altura
sombra que cantas quando rio
que coras sempre comigo
sombra és vida
numa outra perspectiva
e se acantas
em fado
o fado amigo to diga...
Quais as ondas mais suaves entre as ondas gigantes
Quais as barcas mais frágeis
Que se exprimem todos os dias e depois partem
sonhos entre romarias olhares de algo que s esvaía…
Esperares
que outros olhares
sejam também os teus
que teus olhos sejam também os meus…
quandoa barca navegue
com dois lemes
com dois lemes
um forte qual carvalho
outro esguio
qual rama de oliveira
assim uma luz de ouro se espalhe
e outra
prateada
a ampare
enquanto a barca seguir
desgovernada
nem prata nem ouro - nem bronze - nem nada
E o leme esguio
entre o medo e o frio
soube em amor trespassar
os véus
Devidos
As linhas devidas
que pareciam estar lá para te impedir chegar...
por mais que seja negado
às sonorosas cordas
que falam
as cordas que a cantam
as cordas que amarraram barcas
que mares tresassaram
que uniram é mas não separaram
nós manuelinos´que uniam destinos
selados
nunca mais separados
sábado, 6 de dezembro de 2014
Valente - grito de guerra - para quem o queira - era santiago, era sao jorge - era... até que o verdor mais sublime da gleba - lhe deu nome e força e forte...
Exemplos válidos para inspirar:
cultura, tradição e lugar
Viana e "arredores"...
cantares de antigas "damas" e de grandes "senhores"..
sons do mar
de agiteiros enfeitados
de fitas entre pinheiros enlaçados
de tempos antigos de novo lembrados...
são as costuras de mãos enfeitiçadas - de graças
sem idade
da eterna via e vda e saudade...
são os cantos
de encantos
de tantos..
e tantos..
linhas sem fim´que conduem até ati
e até amim
essa froça viva
das marés
de quem a vivaé de quem já não vês...
inspirar
um lugar
concentrar
numa freguesia a vazar
lembrar
os da idade
que com saudade
lembram este
"«barco de vida"
a passar
na
lonjania
a convidar
a de novo se erguer
e
evocar
quem sabe dançar e fazer e cantar...
e tantos arranjos
e trajes
e lenços
e refaixos
etantos lugares onde se possa plantar
smente de vida espránça
entre tanta "lonjania"
entre tanto coisa menos fria
e trazer esse baile regional
com tanta região ao par
e nos pequenos plantaresé nos grandes colheitares
e nos celebrares
trimestrais - talvz
para quem sabe - qunado e quanto se fez..
lugares a se concentrar
a congregar
vidas
de idades diferentes a se partilhar
comona roda antiga
roda viva
que um festival por ano
é pouco ou profano
pequenas linhas plantadas
sementes
quais estrelinhas prezadas
assima cintilar
ai onde asluzes se apagam
luzes novas - antigas trovas
dos letrados e letradas do lugar...
Faróis de dourado fulgor de novo a se mostrar
e se os viras ajudam a se encontrar
então as rodas da vida mais guardarão
o coração
que o galo pintou
e lhe deu asas
para voar
e quem quiser ajudar
aind amaisa animar
desde as que tocam
o ano todo sem parar
nas argas e nos s. joão cá do lugar
que parecem competir e que terminam a rir sem se saber quem acabou por ganhar
eis amalta cá da terra
eis a força do lugar...
tantos lugares
como pequenos grupos agregares
os que compõem e guardam
os que procuram repertório e assim se conservam
os que e as que saibam ensinar
a dançar, atocar
palmas amigas
mão em mão...
sininhos
feitos de ferrinhos
coisas de "ocasião"...
e ainda quem puder
lembrar
gaitas de foles
que se ouvem
quais soles
nos mais estranos lugares
esses
que podes lembrar e honrar
quando danças a roda
sem a virar
distribuir e gerir e saber agir
prevenir
quantas gentes poderás assim ajudara convergir
que cultura tão ancestral
taão antiga e sublime
que se exprime
no mais simples dum "vale"
qual valsa dançada
por quem assim afaga
esse ser Portugal
esse lugar de presença
de vida intensa
que não esqueceu de acntar
e a galinha
do outro lado
da gal linha
assim
canta e ncanta sem parar
sãoa ss enhoras das barcas
levadas
pelas aguas
Viana não é ria e faz parecida
a de Vigo traz uma de um lado ao outro sem parar
e a barca que viana traz
acendida
ainda brilha
pena que ainda nãos elembrem os do lugar´que senhora da barca
não é agonia
é festa e folia
e vida
a se mostrar
não mintam os do video não
que viana inteira
mais o mar que temn à mão"
se reune
de vez em quando
d evez em quando talvez
nas ondas do mar que trilhamos
e que assim também nos refez...
se uns o quotam
e o trazem nas botasóutros de novo o ppodm evocar
e bvarquinhas pequenas´saemao rio serenas
e ão até ao mar
tradições antigas
a se mostrar
qu ainda haja quem lembre
que é vida que alimente
a vida e HUMANIDADE
deste nosso comum
lugar
o mercado
senhores
está lacrado
fechado
cimentado
a bruto e ferro encerrado
o outro
o do estar e ser
lado a lado
se celebra
todoo oano
e mais ainda para quem quiserver mais..
e ser
mais
por dentro
e por fora
sustento
para quem estiver
a des
da hesper
que aqui é laranja
e laranjeira
e cheira
alecrim
para ti
e para mim
manjericos e cartas e bicos
e beijos a se sorrir
sem nada dizer
truques nobres
para se não esquecer...
entre ecos de fantasia
e
flores de agua fria...
ciganos verdes
que viveis
nos ventos
e sodes
aos centos
quais duendes verdes
plas janelas abertas entrando
e voltando
sorrindo e luzindo
na noite rindo....
tanto... tanto...
(...)
onde les Minho - disse Galiza
onde escrevi Galiza
disse "NINHO"
virando nascente
sentindo a vida bem verde
corações de verde e vermelho
em bebedeiras de azul...
filhos de vento marinheiros
qual será aletra que vos digaó que mal diga
ó vosso firme e fiel sustento?
E quem diz Vinho diz verdinho´verde copa alçada
entre os verdes mais verdes
das folhas de virtude mais prezadas
das juventudes mais guardadas´baixo as SOMBRAS
dessas altas copasássim se estendem os linhos no sleitos
baixo as sombras desses altos e firmes pilares
se casamé se soltam
asas livres
livres se querem
sabendo-se
vendo-se
por dentro
qual o fundamento
de uma ponte
a dois
se a água que reune
divide
e o cantar suprime
ó que se sabe ser
- depois...
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