domingo, 22 de setembro de 2013

Tradições In (con) Clusões

Um autor é INQUESTIONÁVEL... a sua vida, obra e mérito como ser humano estarão sempre ALÉM das obras, placas festivas, comemorativas, correntes ideológicas, louvores, primores e fama festiva que se lhe associa...

Os VALORES que DEFENDE  a pena são os VALORES FUNDAMENTAIS - verdade, coerência... e todos os VALORES HUMANOS como a SOLIDARIEDADE que lhe advêm...

Se uns representam a base sólida e pristina, os outros são a torre que se segue e ergue para alimentar quem deles come - dia a dia - o VERDADEIRO PÃO do seu sustento...

Quem esquece, oculta, transfigura as suas RAÍZES perde a sua IDENTIDADE - seja pessoa, população, povo ou nação... os dias de hoje, são de ALERTA à doença dos média que replicam verdades meias...

e - para nós -  pessoas que as consomem: sem usar a sua própria força de crivagem, o seu bom senso e o apelo aos tais valores fundamentais que dão fundamento a todo o construto cultural humano que se lhe segue...

Se é verdadeiro, positivo e se ajuda algo ou alguém - em mérito - a crescer...

As tecnologias, os saberes e tudo o mais - servem... todos e cada um de nós:

- mais do que a manha, o poder pelo poder fazer, o saber mais ou menos do que alguém... ou a simples vontade de controlar, gozar... gerir ou usufruir - os seres humanos...

são estes os nossos principais algozes e - ao mesmo tempo -  os seus mesmos escravos...

Assim, aqui fica a HOMENAGEM SENTIDA a um HOMEM DA COMUNIDADE e - de novo - O APELO À VERDADE que cada uma das pedras desta cidade berra...

cada ser humano que nelas caminha e delas se alimenta - que pense e sinta - quanto está a vivificar a sua vida e quanta vida - em verdade - está a legar ao resto das suas outras "humanidades"... as dos seus e as dos que lhe são responsabilidade...

Fica o APELO.



Paris no sol pôr?... 
Notre Dame?...





Diz o novo livro da nossa terra "PEDAÇOS DA VILA DE VALENÇA", autoria do Ex.mo Sr Salustiano Costa de Faria, na sua página 17:


 "1º- Invasões Francesas/ Hospital Militar

"Aquando das invasões francesas em Abril de 1809, as tropas do general Soult, assentando as suas baterias na fronteira cidade de Tuy, bombardearam Valença, acertando no Paiol de Pólvora (que ficava perto das Portas do Sol) que explodiu, destruíndo muitas casas na Esplanada, as muralhas e o Convento dos Hospitaleiros. A Abobada das Portas do Sol ficou muito danificada. Ainda Hoje se podem ver os sinais da reconstrução que sofreu."


Notre?...


Ora, nesse então - depois da Libertação de Vigo por tropas irregulares Galaico-Portuguesas (como mostra a placa comemorativa da libertação realizada em Março desse ano e a própria Praça de Almeida junto à Colegiata da que - desde então - passou a ser reconhecida como "Cidade" de Vigo) os Franceses ficaram CERCADOS em Tuy baixo o comando comum das tropas "rebeldes" à ocupação Jacobina (ou "Francesa").


Dame?...


Foi - a "costumeira intervenção" - dos observadores (o passado repete-se no presente) e "aliados britânicos" (que mal foram expulsos 25.000 Francos introduziram nas lusas terras 25.000 Bretões... "...contra os bretões marchar, marchar..." - reza a "Portuguesa" - Hino por todos nós (des)conhecido...

Histórias da "Maria Cachucha"... perdidas dos armários das escolas - tão parcas e "Escolásticas" em repetir verdades "Madrastas" para os valores puros da pessoas de puro coração:

- depois do ultimato que deu termo ao "mapa cor de Rosa" e às pretensões Portuguesas em África... e a consequente "cedência da (fraca e decadente coroa) na altura...

Algo que deu azo a reacção dos amigos Francos  (os outros que não os franceses) - que se deram ao luxo de assinalar em hino, meio conhecido não fosse a mudança específica da letra original prévia à guerra colonial da década de 60 do séc.XX...


Escolas de música de Portugal?...
Parece complexo - não é?...

veja as fotos e percebe melhor... o que nem sequer é para entender - são as voltas madrastas de quem brinca às histórias fazendo dos adultos crianças...



Descomplicando as "histórias" - que se tecem e entretecem e não se explicam nem nada explicam -  a não ser os tempos, as vontades de mandar e as vendas que os historiadores (nas suas "cedências ao poder se dão ao luxo de PERPETUAR):



Valencianos no Beiral -
ou 
Praça de S. João 
ou 
da 
República - 
venha o Monárquico ou o Jacobino e escolha... 
tempo presente ou ausente... 
Photoshop... 
ou 
Real
Verdade
ou 
Ilusão?
Sim...

Ou

 Não?...


Tuy não foi ocupado pelas tropas conjuntas porque os Bretões "conselheiros amigos" assim não quiseram - era "nossa" e não havia lá baterias ou canhões inimigos - eram os nossos a guardar a raia.


A música de Portugal?...


A tomada de Vigo foi do "povo" (não haja o "Cacha Muiñas" e o João Baptista Almeida lá para o lembrar - os generais de Madrid - Jacobinos ou Bonapartistas -  vieram, (junto com os "aliados" que nunca desembarcavam dos seus barcos - tal a sua coragem e determinação em defender esta nossa nação) reclamar para os de costume - os empoderados de ocasião - o que era do povo e da sua vontade de lutar:

- a vitória foi do sangue conjunto e do AMOR À TERRA VERDE , À VERDE TERRA NOSSA...


Porriño...


Valentia, Valença - recebeu a visita de umas tropas mandadas "à pressa" desde Braga - não traziam ARTILHARIA.

As LENDAS que pretendem JUSTIFICAR o que as VENDAS dos Jacobinos fizeram à Igreja e Coroa são sempre as mesmas... (e o que a coroa fazia ao povo desde D. José tampouco se explicam, replicam ou se entendem) - ambas -  não têm ponta por onde se lhe pegue e - em cada vez que um Jacobino procure emendar o erro - aumenta-o em sua medida de mentira em quantidade até à exaustão...


No seu Melhor...


Fica a LENDA contada às crianças - o BRASÃO DE ARMAS das portas do Sol que - na pág 216 do mesmo livro aparece na foto com nome "Festejos de 28 de Maio de 1937.

Alegadamente se vê uma parada militar (em plena guerra civil espanhola - lembre-se) dos adscritos ao "fascio" e no que - CLARAMENTE -  se denota o ESCUDO DE ARMAS:

perdido na famosa  "EXPLOSÃO" de 1809 (com a versão do Sr. Major Pereira de Castro, sendo por cargas explosivas colocadas junto aos muros, seja pela do Sr. Salustiano de Faria, por bombardeamento a estranho paiol desde o Tuy liberto, o certo...)...

é que - foi LIMPO -  nas obras de 1940...

o nosso ESCUDO DE ARMAS de VALENTIA - está lá... em cima... nessas portas  Portas do Sol que se anunciam...


Foto da Exposição: 
"Aves Negras e Brancas" no "Museu Municipal"
Artista - arte da foto, do retoque e do pintar... 
e repintar a história das gentes e do lugar... 
como se fazem as voltas... 
as sete voltas... 
da baralha...



VEJAM BEM


Onde pára agora?...

Na quinta de algum empoderado local?... como é jus da terra?... para que tudo siga igual?...

Nas vendas de algum "historiador" particular... de artes menos claras ou formas de coemerciar várias?...

Na memória de todos os que sabem e calam?...

talvez em todo e - em nenhum lugar...

esta é  a verdade a meias das terras que - podem e devem - ser terras de VALENTIA...



Por enquanto - entre o seu lusco fusco e so seu Meio dia...





sábado, 7 de setembro de 2013

A Barca







Só quando se passa para o outro lado... 

se paga ao da barca como escravo... 
moedas de fogo que queimam um povo... 





só ai se lembra a populaça... 

quem dela come e quem a mata 




- que os tempos são de queimar vidas - 
em cada segundo que passa... 







desempregos, 
famílias partidas, 
escravos de horas que não são pagas... 





que aumentam dia a dia 
- por uma velocidade perdida - 
na roda viva desta estrutura baça...







Despertar 
- nestes dias - 
resulta uma tarefa complicada 

- encontrar no sorriso da pessoa amiga 
uma réstea de esperança

 é como procurar num palheiro 
uma gota de orvalho 
que se perdeu na madrugada...

está lá...

no entanto...

falta...

que...

juntos...

consigamos

evoca-la






domingo, 25 de agosto de 2013

Ruídos... inadvertidos... deixar andar... é perder o que queremos ganhar - COERÊNCIA no nosso querido lugar

Passa-se qualquer coisa… Sábado ou Sexta... os Vidros Vibram... o ar ecoa... o que será?...





À uma e meia da manhã… dois “troosters gigantes” invadem a avenida do Colégio Português… a segunda rotunda da “Nova Valença” está ocupada por uma festa não consentida… por uma celebração não programada… que acontece cada fim de semana… que despeja a sua sintonia, sobre a quem ela recorre.. sobre por que pelas ruas passa, sobre os que moram nos prédios que não pediram tamanha graça… e até – agora – os partidos da corrida política.. que parecem nem notar… nem se precatar… da barulheira intensa que ecoa – entre prédio e prédio se redobra… 

músicas para alegrar a Cidade? 

Ou simples desleixo de quem a guarda… de quem nela caminha… de quem sonha que seja - um dia – a NOSSA CIDADE QUERIDA?...

Deve ser difícil… isolar o estabelecimento privado de acesso público – para que o som sirva apenas os que dele se querem ceivar…. 

Para que não haja vizinhos – que, em desespero de causa – vendam a sua casa e se vão para outro lugar…

Será apenas especulação imobiliária – que promove que esta nossa área – esteja cheia de barulho e gente a desesperar?...

Será o acaso que faz com que os proprietários dos pubs privados, pensem – que toda a gente – ao sábado ou domingo, desperta à mesma hora na que eles se encontram a ressonar?...

Será que a polícia – uma vez informada – apenas pergunat – de forma desastrada – se estará o barulho  aincomodar?....

“Não – é que ia a passar e notei que os vidros – daquele prédio do outro lado da rua – estavam a vibrar… e não seria de pura alegria… era apenas da sintonia – do barulho que pairava no ar…"

A gente – em derredor – até via… ate reconhecia… até sabia… e nada mais fazia – do que encolher ombros e continuar a andar…

É normal – que os inquilinos se mudem para manter uma situação ilegal…

Absoluta, plena, simples… mente… normal…

Que se pretenda fechar as janelas – deve ser um gesto de estranha fortaleza, um esforço como uma quimera.. que do barulho apenas beba – quem lá dele se vai embebedar…

Que os vizinhos e quem passa – possam reconhecer nessa praça – um nosso nobre lugar… Valença – a terra das rotundas limpas… a terra que sabe ordenar…

Gostaríamos de conhecer assim a nossa casa?... 

ou gostaríamos de ouvir – que não há rei nem roque nem ninguém que coordene ou mande aqui?...

Eis o desafio a seguir – se queremos manter o de sempre ou estamos preparados – finalmente – para a renovação que tem de surgir…

É simples:

- a par do proprietário: isolar o ruído lá dentro fechando as janelas que dão para a rua...

...servir verdadeiramente o cliente com todo o barulho que a mente pode digerir e suportar…

É simples:

- para o local policiamento, se das chamadas e das queixas não chegar um cento...

... pedir o aparelhamento – para medir decibéis e fazer o que se tem de fazer...

É simples para quem passa:

– denunciar - se as duas primeiras medias não foram cumpridas ...

... até que o número de chamadas recebidas – sejam tantas e tão seguidas – que a autoridade judicial decida – intervir para abrandar o festival…

... ou a Câmara Municipal opere, os Planos Municipais que deve... 

... e os faça valer de forma real...

Entre meias – fica a nota engraçada – que a campanha de eleições vai na estrada e – os da frente – certamente – gostam de abanar o capacete (de graça) até às duas da manhã… 

Sexta e Sábado - campanha...como sempre, é sempre a bombar!...


Falta saber – meus senhores – se os donos dos prédios novos ( esses que recebem núcleos de rosas ou flores de laranjas) – contam com a animação nocturna nas suas visitas guiadas aos aparamentos modelo que estão p’rali a anunciar…

A ver quando nos atrevemos a mudar… a ver quando…


P.S (não o partido, mas o escrito a "posteriori"):


Dec. Lei 9/2007

x) «Zona sensível» a área definida em plano municipal de ordenamento do território como vocacionada para uso habitacional, ou para escolas, hospitais ou similares, ou espaços de lazer, existentes ou previstos, podendo conter pequenas unidades de comércio e de serviços destinadas a servir a população local, tais como cafés e outros estabelecimentos de restauração, papelarias e outros estabelecimentos de comércio tradicional, sem funcionamento no período nocturno;

z) «Zona urbana consolidada» a zona sensível ou mista com ocupação estável em termos de edificação.

4 - As fontes de ruído susceptíveis de causar incomodidade podem ser submetidas:

a) Ao regime de avaliação de impacte ambiental ou a um regime de parecer prévio, como formalidades essenciais dos respectivos procedimentos de licenciamento, autorização ou aprovação;

b) A licença especial de ruído;

c) A caução;

d) A medidas cautelares.

2 - Compete aos municípios estabelecer nos planos municipais de ordenamento do território a classificação, a delimitação e a disciplina das zonas sensíveis e das zonas mistas.

1 - As zonas sensíveis ou mistas com ocupação expostas a ruído ambiente exterior que exceda os valores limite fixados no artigo 11.º devem ser objecto de planos municipais de redução de ruído, cuja elaboração é da responsabilidade das câmaras municipais.

2 - Os planos municipais de redução de ruído devem ser executados num prazo máximo de dois anos contados a partir da data de entrada em vigor do presente Regulamento, podendo contemplar o faseamento de medidas, considerando prioritárias as referentes a zonas sensíveis ou mistas expostas a ruído ambiente exterior que exceda em mais de 5 dB(A) os valores limite fixados no artigo 11.º

3 - Os planos municipais de redução do ruído vinculam as entidades públicas e os particulares, sendo aprovados pela assembleia municipal, sob proposta da câmara municipal.

a)    Identificação das áreas onde é necessário reduzir o ruído ambiente exterior;

b) Quantificação, para as zonas referidas no n.º 1 do artigo anterior, da redução global de ruído ambiente exterior relativa aos indicadores L(índice den) e L(índice n);

c) Quantificação, para cada fonte de ruído, da redução necessária relativa aos indicadores L(índice den) e L(índice n) e identificação das entidades responsáveis pela execução de medidas de redução de ruído;

d) Indicação das medidas de redução de ruído e respectiva eficácia quando a entidade responsável pela sua execução é o município.

Artigo 24.º

Ruído de vizinhança

1 - As autoridades policiais podem ordenar ao produtor de ruído de vizinhança, produzido entre as 23 e as 7 horas, a adopção das medidas adequadas para fazer cessar imediatamente a incomodidade.

2 - As autoridades policiais podem fixar ao produtor de ruído de vizinhança produzido entre as 7 e as 23 horas um prazo para fazer cessar a incomodidade.

2 - Constitui contra-ordenação ambiental grave:

a) O incumprimento das medidas previstas no plano municipal de redução de ruído pela entidade privada responsável pela sua execução nos termos do artigo 8.º;

b) A instalação ou o exercício de actividades ruidosas permanentes em zonas mistas, nas envolventes das zonas sensíveis ou mistas ou na proximidade dos receptores sensíveis isolados em violação do disposto no n.º 1 do artigo 13.º;

c) A instalação ou o exercício de actividades ruidosas permanentes em zonas sensíveis em violação do disposto no n.º 4 do artigo 13.º;


2 - Compete à câmara municipal o processamento das contra-ordenações e a aplicação das coimas e sanções acessórias em matéria de actividades ruidosas temporárias e de ruído de vizinhança.



domingo, 28 de julho de 2013

A festa no País da Fantasia - adeus rios, adeus fontes... adeus regatos pequenos... adeus terra dos meus avós...


Como se AGRADA a gregos e troianos ?...

Simples mente… politizando o confronto, gerindo os dividendos… fazendo o santo esforço… de dar a césar quando é de césar… e aos outros o menos…



Ouvia-se um fado… cantado… em ritmos de Bossa nova… o chão estava limpo, a cara lavada… pedras que já não contam ecos de passado servem para gerar pontes onde se pode sentir… nada…

Alguém cantava… voz inflamada… “adeus rios, adeus fontes”… adeus a todos nós…

Se for engraçado dizer poema… em galego “castellano”… engraçado é cantar a pátria em português do outro lado do oceano… D. Pedro, D. Pedro… saltas para lá, quando és aqui chamado…

Fica a ideia de que – o lugar pode ser preservado… não apenas um dia no ano… em pré eleição decorado – mas todos os dias de uma vida nos que são os Galaicos os que visitam enquanto o Português se mantém do seu património alheado…



Vendeu-se o que se não pode – a pátria… e colou-se um aroma forte… que desmente o cheiro intenso do podre… misturado com umas notas parcas… umas palavras amenas… uma história sem graça…

atenção - a partir do min 3:38... 
depois é só ouvir a parte da "NOBRE LUSITÂNIA"
Podiam ter começado por aqui... talvez os hinos falassem mais alto do que as confusões...
se não seja a casa "Porto", o "Camões"... 
e todos os "Rodríguez" Rodrigues e companhia - 
que são Galaico/Minhotos de Porto a Porto... 
e que não precisam político ou historiador para o saber... 
vivem-no em sangue próprio desde que a "verde terra nossa" os viu nascer...


Agora… faz-se bem… em estender “Os braços amigos, aos eidos bem antigos, com um pungente afã”… quem canta – em hino com letra e carta – é o Galaico que se desprezou tanto tempo por questões de miramento que o estado novo inventou…

Humildade – chegou a idade… de deixar de confundir orgulho e nação… o que é nosso – por MÉRITO – perdura sempre… e assim se separa a semente – entre “amor próprio” e a tal palavrinha que o tempo ainda não amansou…



Depois – no outro lado… com templo, cultura, desporto e fado… organiza-se uma “rave”… como o grego e o troiano… é preciso ganhar escravos em qualquer parte para vender…

Assim – deixamos – o investimento de muitos anos – ficar assim a parecer… a lixeira lá da zona – entre S. Pedro e que se doa… e as gaivotas que parem… vejam e disfrutem do espectáculo… para ganhar coroas que já não se têm…



Fica a dica: para não repetir a suposta história – que dá culpas a que m se enalteceu…

Seja o mau da fita o Pombal, sejam os “liberais" inventores da política actual, sejam os militares que ficaram com os quartéis onde antes haviam arcebispos e gentes da fé… sejam os populares com as pedras feitas altares – em casas particulares – pensando que ninguém as vê:




Ou ganhamos todos JUÍZO… coerência naquilo que é preciso… ou temos um futuro negro – em vez da “aurora forte” que se esperava ver renascer…


Min: 2:30 - vale a pena ouvir...


Está dito… fica o canto “minhoto” em tons de fado cantado por uma mulher que sabe – e por isso tem panteão nacional…

O Minho – no entanto – fica mesmo aqui ao lado… é na Galiza enquadrado… pena que o fado e o cavaquinho animado de noites festivas entre pedras garridas e a “rave” do oceano do outro lado… sejam exemplos invalidados da cultura que se perde… e com ela – o BEM-FAZER…

Bem Haja


"pode haver quem te defenda... 
QUEM COMPRE O TEU CHÃO SAGRADO"... 
agora - esses que falam, que se sentam em lugares marcados... reservados... que servem em "ministérios (e não em magistérios) 
não compram a tua vida, nem o teu suor, nem o teu sangue... 
e duvido... 
que saibam os cêntimos (muitos) que custa um simples Pão...

Mas - A TUA VIDA NÃO - 






(P.S – não é partido político , é só dizer “escrito a posteriori” – querer é poder… agora – querer a direcção certa é sinal de maturidade mais do que repetição de veleidade de tantos anos de ver apodrecer… pilares… de vida, fundamento, verdade: coerência que não se compra nem vende… como diz o fado certamente… “pode haver quem te defenda, quem compre o teu chão sagrado… mas a tua vida – essa ninguém a quer – não … pois o galego/ minhoto já está farto de ser “levado”… e sabe quem vem cantar fado… e quem está a trabalhar para aquecer… se no próximo ano… organizarem festas destas fim de semana sim, fim de semana sim… com a coerência correcta de colocar cada música no seu lugar afim… e um pré-fabricado… numa zona industrial instalado.. pode ser sítio “consagrado” para o amante da folia, do pulo e da menos valia… agora – um templo, um lugar de renome… um espaço de cultura, lazer, desporto e família… enfim… cada qual que pense o que quiser…)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Verdade... Liberdade... II


Matriz de Valença


GREGÓRIOOOOOOO!

Segundo o Inspirador Livro “A Praça Forte de Valença Do Minho”, Pág 317 – relativamente à capela da “Senhora do Pranto” – “anexa” à dita “matriz” da Senhora dos Anjos:




“Uma Inscrição em Letra Gótica sob a cornija do lado nascente da capela diz: “ Esta Capela mandou fazer A Prz e sua mulher M Roiz era de mil 287”
Fazendo subtracção de 38 anos, que é como se sabe a diferença da Era de César para a Era de Cristo, dá 1249”





32 E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará".

Ora – já falamos das “anecdotas” das igrejas QUE NÃO EXISTEM em cartas MILITARES do séc XVII… teoricamente sendo estas igrejas do Séc XIII… os engenheiros antigos enganavam-se constantemente, o arquivo da torre do tempo tem cópias e as datas do calendário Juliano e do Gregoriano podem ser somadas, subtraídas ou inventadas quando aprouver…

Como as marcas modernas apenas traduzem o que as antigas faziam
Matriz de Valença

Assim, uma matriz, com duas pedras de consagração, duas medidas de côvado, duas capelas anexas de períodos incertos (sejam do séc. XVI, sejam do séc. XVIII não fazem uma “capela de cruz latina típica” como se invoca em tanto lugar…);

Uma terra sem RUAS MEDIEVAIS que comprovem a sua “mediavalidade” tem dificuldades a ivocar razões que a razão desconhece…

Assim – como se refere relativamente aos 11-13 DIAS de diferença entre os calendários Juliano e Gregoriano (tempo de adaptação dos vários países que foram “cedendo” à nova forma (ou moda) romana de fazer as coisas, não temos ANOS… temos DIAS…

SINETES de assinatura em pedra
Como os tempos eram outros
Matriz de Valença

Relativamente à tal “Matriz” – que marca a medida de uma terra, de um povo – os seus COSTUMES, VALORES, VIRTUDE E TRADIÇÃO:

Seja porque os Jacobinos alheios ou internos – VENDERAM AS PEDRAS da sua ANCESTRALIDADE – pelos 1830-1836 –e hoje, em plena república seu fruto claro – têm algo de dificuldades em anunciar abertamente a grande confusão que se gerou…

Signos Abassiais... como os azulejos falam caro
Matriz Valença

Sejam os gregos que falavam um latim inoperativo (e não me refiro a nenhuma regra ou norma interna – digo as letras que eram números que nem se somam, subtraem ou fazem o que quer que seja com a matemática que é suposto erguer impérios)… sejam os troianos… com as suas subtis formas de ser clar@s, o certo – é que, ou damos as mãos em volta de valores como a virtude e a verdade… ou afunda tudo (mundo interno, externo e arredores) no lodo de um pântano onde as gotas de água viva que todos representamos estagnam e fluem para nenhum lado…

Reis Negros de coração sem Vida
Algures em Melgaço

Aqui é preciso ter um pouco de fé… seja no homem do leme, seja no sentido ÓBVIO que tudo o que é transcreve… inclusive as celulazinhas simpáticas da mão deste que escreve…

Palavras para meditar:

Se se perpetuam os métodos – obterão sempre os mesmos resultados… por muito que sejam apagados os números que traduziam os lugares de onde as pedras foram trazidas (como as do arquivo municipal deste digna cidade)… ou os nomes… os apelidos… as lápides de pedra ou mármore que se vão depois chorar enquanto se não faz o que se deve ainda sendo vivos…

Rei descoroado... 
ajoelhar perante algo... 
qual o valor que alimente o gesto... 
qual a virtude que o sustente?
Algures em Melgaço

Como diria João… e a verdade te fará livre…

Teimar em seguir em frente quando é apenas olhar em volta e corrigir o leme – não é coragem – É LOUCURA PURA E DURA…


Fresco "oculto" detrás de um Aaltar de Madeira
Matriz de Valença


Pense bem quem deve – como corrigir rumo quando alguém grita lá de cima “ROCHA EM FRENTE!... ROCHA EM FRENTE!”…


Capela algures em Melgaço
Cruz Rosácea
Como a da Matriz de Valença



Desta vez não é mostrengo que alma tema… 
é deveras FACTO que a mente entende…

Mudar - aprendendo com a RESPONSABILIDADE das opçoes tomadas...
Traduz SABEDORIA ADQUIRIDA PELO CAMINHO NESTA VIDA
mais do que simples covardía por covardes anunciada

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Verdades Liberdades


"E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará".
Jo. 8:32






Perspectiva da "Poterna" das Portas do Sol de Valença, segundo consta no departamento de documentação histórica (Arquivo Municipal) desta localidade...

As Portas do Sol:

apontam a ESTE?...

Será?...

Veja se RECONHECE O PERFIL do MONTE DO FARO e MONTES CIRCUNDANTES nos montes apresentados na serigrafia...

Tenha em conta que ESTE É UM REGISTO MILITAR...

...quem concebe o desenho não faz descrição artística de paisagens...

dá uma DESCRIÇÃO DETALHADA E FACTUAL DO QUE CONTEMPLA

Vista da muralha - "portas da Fonte da Vila"
Valença


Vista dos Montes, segundo a "OUTRA" porta do Sol - a do sol POENTE...

com uma fonte com estrada que termina em nenhures...

como seria se a fonte em frente à bomba da gasolina da "sacoor" e esta fossem "primas...

e a porta que chamamos do "Sol", tivesse sido reconstruída por PRÓPRIOS para cobrir algo que ficou baixo "as águas"?...

Vale a pena meditar acerca desta nossa terra...
Mistérios por descobrir - verdades por revelar...


Já agora - os "enganos" vêm de longe" (terão tanto tempo como o Estado Novo... será?);

Mapa segundo Duarte D'armas - cópia do livro existente no Arquivo Nacional da Torre do tombo e constante no Arquivo Municipal de Valença do Minho


Piadas à parte: 

perspectiva do Escudeiro de D. Manuel, conhecido como "Duarte D'armas", que elabora as plantas dos edifícios militares de fronteira entre Porto Marín e a foz do Minho... aqui 
- supostamente - 
Valença (com boa letra à máquina descrevendo o lado errado da perspectiva)

 - perspectiva algures desde final da Urgeira, princípio de Ganfei... talvez lugares meios próximo ao convento atual...

VEJA O ENGANO: 
se colocar VALENÇA à esquerda - e Tui em perspectiva como vê agora - 

o MONTE ALOIA NUNCA FICA POR DETRÁS... 

era Duarte D'armas "Vesgo" e os mapas militares da Coroa pecavam por serem contos de fadas?...

Mais anecdotas 
(que não anedotas... parece o mesmo... e não o é)...

Mapa segundo Duarte D'armas - cópia do livro existente no Arquivo Nacional da Torre do tombo e constante no Arquivo Municipal de Valença do Minho


Aqui vemos Valença, vista desde o lado Galaico do Rio 
(provávelmente entre a igreja- mosteiro de S. Domingos e a zona de Rebordans)...

repare-se no enquadramento desta "VALENTIA":
tão decorosamente descrito como originial... 

para nos FAZER PENSAR POR NÓS MESMOS.

NESTA PINTURA SOMOS DESAFIADOS A VER O QUE SE ESCONDE NAS ENTRELINHAS:

-Além de que as PORTAS DE SERVIÇO se viram para Tui 
(com as torres de guarda do lado oposto)... 
facto curioso se se pensar que as portas principais de Tui estão elas viradas para NORTE e não para Sul 
(onde estariam os seus "opositores, inimigos de longa data, etc, etc) 

notamos aqui algo CURIOSO:

VALENÇA FICA NO OUTEIRO QUE FAZ ESQUINA COM O RIO, 

não tem outras DUAS ESTRUTURAS ELEVADAS SOBRANCEIRAS, 
como no desenho do lugar que Duarte D'armas representou...


Vista Satélite de Valença - Google Earth: não existem outeiros. No desenho de Duarte não se vê curva de Rio, tal como é na realidade.

ÀS VEZES vale a pena pensar a terra numa outra perspectiva... ainda que se pague um preço por isso...

Galileu sabia...

e como ele muitos dos "humanistas" que deram à Humanidade o Centro do Universo que outrora a terra ocupava...

o Sol... esse - vai e vem em cada dia...

nós e a terra ficamos sempre...

sábado, 29 de junho de 2013

Valentia e Cervaria PT I

 Como as Flores NASCEM... entre os LUGARES MAIS INAUDITOS... como a VIDA PREVALECE... mesmo quando a gente esquece... por onde estava o JARDIM... 

Ontem foi dia de folia… as gentes – jovens e garridas – cantavam a alegria de o ser… assim… sem mais… como dizer o que se não pode descrever?

VIDA VIVA A DANÇAR – juventude que se mostra – e demonstra… pronta a celebrar…
Outrora as danças nas que as jovens mostravam, no rodar das saias, os tornozelos proibidos, os joelhos garridos… hoje Hip-Hop e a saltar…

Mudam-se os tempos mantêm-se as vontades… juventude e virtude que se quer rimar… desde que se não confunda a virtude da Juventude…  para o fogo não a queimar… está tudo em festa e de parabéns… e há motivo a celebrar…

Quem a ti fala – por ali andava – à procura da hora marcada… para ouvir… e serenar… ouvir a VOZ dessa OUTRA VIDA:

A que sopra na brisa… na luz do sol ou luar… seja no castelinho vivo… seja na cabeça ainda por iluminar… espaços internos floridos: os que hoje temos e aqueles que ainda podemos vir a celebrar…

Tudo bom… tudo motivo para festejar… basta querer, assim crer… apontar nessa vida… nessa força garrida… nessa virtude que nos anima… pedra firme outrora escondida – diamante como pedra de fundação

Esse  o edifício que se mantém firme – por ter raízes profundas assim escondidas… as verdadeiras belezas floridas -  neste nosso sagrado chão…



Antes... a VIDA VAZIA...a PRAIA ESPERANDO... GENTES PASSEANDO... OLHANDO... O SONHO SURGIR...

Assim – andando sem pressa, vendo a juventude pelas ruas e o pessoal a espraiar… fim de semana na terra… artes que se fazem bem a trabalhar… é assim mesmo:

Terreiro cheio… castelinho e auditório plenos… gregos e troianos de outros anos… juntos a sabem BEM celebrar (seja a ponte que UNE de nome “Amizade”: aquele que se não confunde…a que PREVALECE e ENRIQUECE…

A que se mostra e demonstra assim – VIVA – entre TODAS AS NOSSAS GENTES… deste NOSSO GRANDE E IMENSO LUGAR… encontre no coração quem queira – de que TERRA estou p’raqui a FALAR…

Espanhóis galaicos… portugueses vários… gentes que vinham de Vigo com outra juventude – a que dança nos sorrisos das cadeiras nas que “caminham”… até as gentes da terra que festejam ter tanta gente a dizer bem delas e da forma que têm para se dar…

Seja em género… seja em número… seja em qualidade… essa da que se não pode sequer duvidar… VERDADE cristalina que todos reconhecem e que assim podem DIVULGAR…


(caminho alternativo - SANTIAGO - passando pela SENHORA DA CABEÇA... e a PRAIA FLUVIAL DE VALENÇA)

Passava pela Câmara – a Municipal – onde um vizinho “cá da terra”… ali ao lado do Consulado… o senhor “cicrano” de seu nome Carpinteira – passava sem se fazer notar… estranho como é fácil o engano…

 Havia uma criança a carregar caixas… um adulto que devia ser o pai… e um ser de camisa aberta… as mesmas caixas a carregar… o presidente da Câmara estava onde devia estar… na Câmara a trabalhar…

A festa passava no adro, a juventude cantava.. e dançava… tudo a celebrar (fim de semana – cá na terra – é assim mesmo… tá tudo preparado para descansar) e – olhando um pouco mais de perto, vejo que “o das caixas” era o “tal”…

O do projecto simples que – ano após ano – cada vez dá mais… simplesmente – mantendo rumo em frente – na estrela guia que fez Cervaria germinar… valor da cultura que se preza… valores das gentes que a conservam… aquela…

A que - de BOCA EM BOCA - corre toda a Península Ibérica e voa… até além Mar… eis a virtude que interessa… eis a que gostava de ver BRILHAR… estrela que não degenera… vida que é bom assim PARTILHAR…

Como na Senhora da cabeça… começa a semente a vingar… gentes simples que celebram… Portugal inteiro a Cantar…  eis a voz que queremos ouvir… no eco do nosso nome a soar…

Queremos ver o que é grande… o que é verdadeiramente IMPORTANTE… rumor e voz de GIGANTE… SIMPLESmente a se fazer notar…

Como o tal “ das caixas”… caixas das vidas a si confiadas… por nós esperanças em si depositadas… nossas mesmas vidas e Espr’anças em si mesmo a carregar...

Perguntava quem aqui fala acerca de como se faz uma praia surgir, nascer da vontade e do querer… e assim se manter – praia viva… simples… bem cuidada…

(garrida – como a tal juventude que a gere, a juventude que lá acima dançava e cantava e se e se esforçava por mostrar a mais valia – MESTRIA – do tempo)…

UMA LUZ DE ESPERANÇA... PAI E FILHOS... SINTONIA... ALGUÉM QUE ENSINA OS SEUS A NADAR...


Coragem do temperamento mostrado em momento da viragem – de dar a conhecer a tempo o investimento – dessa vida desta nossa gente nova:

Feitos dança, som e prova – de que são quem de se esforçar… e em grupo… e em sintonia – assim fazer valer… assim cantar… dançar… e encantar…

Como dizia – havia a VIDA SIMPLES – aquela que se mostra na Brisa… e a Vida Vibrante – que se mostra inquietante… como flores de estio em Inverno frio a florescer e a vingar…

Assim… há gente que se mostra – no simples-mente… é esta A GENTE que nos faz – VERDADEIRAMENTE - brilhar…

Uns e outros parte da terra… desta nossa vida singela… essa que teve na pedra escondida a base sólida da mais valia…

Que se mostra na concertina do artista que brilha entre os seus a cantar… e a encantar… pai das crianças que do outro lado cantavam… dançavam… para mostrar o mesmo brio… o mesmo calor que parte o estio… 





que se mostra na luz do Sol e na Luz do Luar…



DEPOIS... O MILAGRE ACONTECIA... a GAIVOTA VOAVA NA NOITE... E A S GENTES COMEÇAVAM A CHEGAR...